Marco Polo surfou bem, dentro das suas capacidades.
O catarinense começou escolhendo mal as ondas, pontuando abaixo de três nas duas primeiras ondas, enquanto Damien Hobgood iniciou a bateria com uma nota acima de sete.
Marco Polo até mostrou evolução, mas variava pouco as manobras e pecava na fluidez.
Faltando doze minutos para o fim, o brasileiro tinha a prioridade e precisava de uma nota acima de seis.
Pegou uma onda razoável mas errou na finalização.
Perdeu a prioridade e teve que assistir ao floridiano pontuar 7,87, com seis minutos para o final.
Resumo da ópera:
Não foi nenhum papelão, mas realmente não dava pra vencer.
Alguém acredita num milagre em Teahupoo?
Eu não.
Marco Polo então volta para o WQS e eu digo que não vai se classificar no ano que vem, considerando o nível de surf que estamos assistindo nos eventos prime e seis estrelas.
No momento ele está em 55o no ranking unificado, com menos de seis mil pontos.
É um bom surfista, vai ganhar ainda alguns eventos do SuperSurf, mas terminará sua participação no circuito mundial sem vencer nenhuma bateria.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Billabong Pro JBay 2010 - Na água
Já está na água o Billabong Pro, em Jeffreys Bay, África do Sul, quarta etapa do circuito mundial.
As ondas estão muito boas, dois metros na série, show de surf.
Todos os brasileiros perderam suas baterias.
Vocês podem acompanhar ao vivo as baterias restantes da primeira fase ou assistir à tudo o que aconteceu no Waves on Demand.
Marco Polo mostrou qualidades mas foi prejudicado pelo julgamento em sua melhor onda.
Ficou faltando uma segunda onda boa para vencer o Dane Reynolds.
Jadson também não deu sorte na escolha de ondas, mas mostrou que tem condições para passar sua bateria na 2a fase.
A dificuldade é que, por estar tão bem colocado no ranking, e com todos os tops passando suas baterias, pode ser que ele enfrente algum dos convidados do evento, Shaun Joubert, Sean Homes ou Dales Staples.
Os três surfaram muito bem hoje.
Surpresa até agora, só a vitória do Nate Yeomans sobre o Bede Durbridge (já que acertei em cheio a aposta na vitória do Adam Melling na primeira bateria do dia).
Divirtam-se com a volta do circuito.
Amanhã tem mais.
As ondas estão muito boas, dois metros na série, show de surf.
Todos os brasileiros perderam suas baterias.
Vocês podem acompanhar ao vivo as baterias restantes da primeira fase ou assistir à tudo o que aconteceu no Waves on Demand.
Marco Polo mostrou qualidades mas foi prejudicado pelo julgamento em sua melhor onda.
Ficou faltando uma segunda onda boa para vencer o Dane Reynolds.
Jadson também não deu sorte na escolha de ondas, mas mostrou que tem condições para passar sua bateria na 2a fase.
A dificuldade é que, por estar tão bem colocado no ranking, e com todos os tops passando suas baterias, pode ser que ele enfrente algum dos convidados do evento, Shaun Joubert, Sean Homes ou Dales Staples.
Os três surfaram muito bem hoje.
Surpresa até agora, só a vitória do Nate Yeomans sobre o Bede Durbridge (já que acertei em cheio a aposta na vitória do Adam Melling na primeira bateria do dia).
Divirtam-se com a volta do circuito.
Amanhã tem mais.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Billabong Pro JBay 2010 - Parko fora. O que vai acontecer?
Caros leitores,
Acabou a Copa do Mundo, Espanha campeã, agora é voltar com força total.
Estive afastado do blog nas últimas semanas mas sou grato ao Petrus, que segurou muito bem a onda, com as postagens e vídeos fantásticos que vocês podem encontrar abaixo.
Estou me mudando para a Austrália, com mulher e filho, então vocês podem imaginar a correria.
Em breve os meus posts virão diretamente do mundo magico de Oz.
Mas vamos ao que interessa.
Jeffreys Bay.
Viva!
Essa parada no circuito foi dureza.
Só que a calmaria vai passar logo logo, dia 15 a brincadeira começa pra valer, e agora não tem choro nem vela.
Mais dois eventos e um terço dos surfistas do WT será rebaixado, estará fora do circuito principal.
Para os brasileiros não há muito mistério.
Jadson e Mineirinho já estão dentro e Marco Polo e Neco Padaratz já estão fora.
Se acontecer alguma coisa diferente disso será, sem dúvida, a maior zebra de toda a história do surf competição.
O Neco, que tem mais chances, eu até acho que merece.
Na minha opinião, o veterano foi injustiçado em pelo menos duas baterias neste ano.
Pra conseguir a vaga ele vai ter que fazer milagre e surpreender os juízes (e toda a comunidade surfística internacional), que definitivamente não estão gostando do surf do brasileiro.
Já o Marco Polo, que já virou motivo de piada, como já mostramos aqui, terá mais uma chance para, pelo menos, vencer uma bateria.
Estarei torcendo por ele.
Com a saída do Parko (veja a reportagem sobre o acidente do australiano no vídeo abaixo) os confrontos da primeira fase mudaram.
Coloco minha reputação na reta e ofereço meus prognósticos e apostas para as principais baterias:
Heat 1: Taylor Knox (USA), Luke Munro (AUS), Adam Melling (AUS)
Bateria totalmente aberta. O favorito, evidentemente, é o Taylo Knox, mas todos tem um surf bem parecido e eu não ficarei surpreso se um dos australianos passar.
Campeonato na África, aposto na zebra, com vitória do Adam Melling.
Heat 2: Jadson Andre (BRA), Andy Irons (HAW), Jay Thompson (AUS)
Esta é torcida pura e reza brava.
Só assim pra dar Jadson André.
Vencer o Andy Irons numa bateria em Jeffreys é coisa pra entrar no currículo, independente da forma física, mental ou surfística por que passa o havaiano.
Pra piorar, Jay Thompson tem um estilo que se encaixa bem nas famosas direitas africanas e até agora não venceu nada, ou seja, vem com fome e precisando do resultado.
Parada duríssima.
Heat 3: Bede Durbidge (AUS), Luke Stedman (AUS), Nate Yeomans (USA)
Pra mim, Bede Durbridge é favorito em qualquer bateria que entre.
Contra Dane Reynolds, contra Kelly, contra quem for.
Dificilmente erra, dá pancada, rasgada, tem estilo, surfa qualquer tamanho, o cara é um animal.
Heat 4: Dane Reynolds (USA), Daniel Ross (AUS), Marco Polo (BRA)
Olha que bateria boa pro Marco Polo vencer.
Despachar o Dane Reynolds em Jeffreys seria o auge da carreira do jovem catarinense.
Torcer não custa nada.
Mas, mesmo que o californiano, queridinho da mídia se afunde na bateria, ainda tem o Daniel Ross que é outro que tem um surf perfeito para longas direitas com fundo de pedra. Se estiver grande então...
Pensando bem, talvez seja melhor nem gastar muita torcida e direcionar o foco pra bateria do Jadson que pelo menos tem alguma chance.
Heat 5: Bobby Martinez (USA), Jeremy Flores (FRA), Blake Thornton (AUS)
Barbada: Bobby Martinez.
Heat 6: Adriano de Souza (BRA), Tiago Pires (PRT), Tim Reyes (USA)
Essa é outra bateria totalmente aberta. Todo mundo aí surfa igual.
O Mineiro deve apostar na radicalidade, tentar aplicar manobras mais modernas, porque se for depender só de rasgadas a coisa fica mais pro português (que tem mais garra) e pro Tim Reyes (que não tem nada a perder).
Heat 7: Jordy Smith (ZAF), Tom Whitaker (USA), Joan Duru (FRA)
Meio óbvio também. Jordy vindo de vitória, surfando em casa, vice-líder do ranking do WT e líder do ranking unificado, só perde se ficar nervoso e fizer muita besteira.
Heat 8: Kelly Slater (USA), Damien Hobgood (USA) + um convidado.
Bateria bem difícil. Bem difícil de errar o palpite, Kelly na cabeça.
(Só o Sean Holmes, finalista em anos anteriores pode mudar essa aposta. Não sabemos em qual das baterias ele vai cair, mas o sul-africano certamente vai tornar mais difícil a vida de um dos líderes do ranking).
Vale a mesma análise para as baterias do Taj Burrow e do Mick Fanning.
Heat 11: C.J. Hobgood (USA), Kekoa Bacalso (HAW), Neco Padaratz (BRA)
Olha o Neco com chance aí, gente.
Como eu disse, vai ter que fazer milagre, mas o cara teve a sorte de cair numa bateria difícil mas não impossível.
C.J. é um dos meus surfistas prediletos.
Sem muita frescura, o surf de back-side dele, pra mim, é melhor do que o do Bobby Martinez (que todo mundo diz que é o melhor do circuito atualmente).
Quem não se lembra das cenas dos irmãos Hobgood no free-surf em Barra de La Cruz?
Vou tentar recuperar essas imagens pra vocês conferirem.
Este ano, em especial, ele está realmente se destacando.
Mas ainda assim, em Jeffreys, o Neco ainda tem chance.
Do que importa mesmo, é isso.
Podem ter certeza que estaremos acompanhando tudo aqui no True Surfing, vamos ver se eu voltei afiado nos meus palpites.
Acabou a Copa do Mundo, Espanha campeã, agora é voltar com força total.
Estive afastado do blog nas últimas semanas mas sou grato ao Petrus, que segurou muito bem a onda, com as postagens e vídeos fantásticos que vocês podem encontrar abaixo.
Estou me mudando para a Austrália, com mulher e filho, então vocês podem imaginar a correria.
Em breve os meus posts virão diretamente do mundo magico de Oz.
Mas vamos ao que interessa.
Jeffreys Bay.
Viva!
Essa parada no circuito foi dureza.
Só que a calmaria vai passar logo logo, dia 15 a brincadeira começa pra valer, e agora não tem choro nem vela.
Mais dois eventos e um terço dos surfistas do WT será rebaixado, estará fora do circuito principal.
Para os brasileiros não há muito mistério.
Jadson e Mineirinho já estão dentro e Marco Polo e Neco Padaratz já estão fora.
Se acontecer alguma coisa diferente disso será, sem dúvida, a maior zebra de toda a história do surf competição.
O Neco, que tem mais chances, eu até acho que merece.
Na minha opinião, o veterano foi injustiçado em pelo menos duas baterias neste ano.
Pra conseguir a vaga ele vai ter que fazer milagre e surpreender os juízes (e toda a comunidade surfística internacional), que definitivamente não estão gostando do surf do brasileiro.
Já o Marco Polo, que já virou motivo de piada, como já mostramos aqui, terá mais uma chance para, pelo menos, vencer uma bateria.
Estarei torcendo por ele.
Com a saída do Parko (veja a reportagem sobre o acidente do australiano no vídeo abaixo) os confrontos da primeira fase mudaram.
Coloco minha reputação na reta e ofereço meus prognósticos e apostas para as principais baterias:
Heat 1: Taylor Knox (USA), Luke Munro (AUS), Adam Melling (AUS)
Bateria totalmente aberta. O favorito, evidentemente, é o Taylo Knox, mas todos tem um surf bem parecido e eu não ficarei surpreso se um dos australianos passar.
Campeonato na África, aposto na zebra, com vitória do Adam Melling.
Heat 2: Jadson Andre (BRA), Andy Irons (HAW), Jay Thompson (AUS)
Esta é torcida pura e reza brava.
Só assim pra dar Jadson André.
Vencer o Andy Irons numa bateria em Jeffreys é coisa pra entrar no currículo, independente da forma física, mental ou surfística por que passa o havaiano.
Pra piorar, Jay Thompson tem um estilo que se encaixa bem nas famosas direitas africanas e até agora não venceu nada, ou seja, vem com fome e precisando do resultado.
Parada duríssima.
Heat 3: Bede Durbidge (AUS), Luke Stedman (AUS), Nate Yeomans (USA)
Pra mim, Bede Durbridge é favorito em qualquer bateria que entre.
Contra Dane Reynolds, contra Kelly, contra quem for.
Dificilmente erra, dá pancada, rasgada, tem estilo, surfa qualquer tamanho, o cara é um animal.
Heat 4: Dane Reynolds (USA), Daniel Ross (AUS), Marco Polo (BRA)
Olha que bateria boa pro Marco Polo vencer.
Despachar o Dane Reynolds em Jeffreys seria o auge da carreira do jovem catarinense.
Torcer não custa nada.
Mas, mesmo que o californiano, queridinho da mídia se afunde na bateria, ainda tem o Daniel Ross que é outro que tem um surf perfeito para longas direitas com fundo de pedra. Se estiver grande então...
Pensando bem, talvez seja melhor nem gastar muita torcida e direcionar o foco pra bateria do Jadson que pelo menos tem alguma chance.
Heat 5: Bobby Martinez (USA), Jeremy Flores (FRA), Blake Thornton (AUS)
Barbada: Bobby Martinez.
Heat 6: Adriano de Souza (BRA), Tiago Pires (PRT), Tim Reyes (USA)
Essa é outra bateria totalmente aberta. Todo mundo aí surfa igual.
O Mineiro deve apostar na radicalidade, tentar aplicar manobras mais modernas, porque se for depender só de rasgadas a coisa fica mais pro português (que tem mais garra) e pro Tim Reyes (que não tem nada a perder).
Heat 7: Jordy Smith (ZAF), Tom Whitaker (USA), Joan Duru (FRA)
Meio óbvio também. Jordy vindo de vitória, surfando em casa, vice-líder do ranking do WT e líder do ranking unificado, só perde se ficar nervoso e fizer muita besteira.
Heat 8: Kelly Slater (USA), Damien Hobgood (USA) + um convidado.
Bateria bem difícil. Bem difícil de errar o palpite, Kelly na cabeça.
(Só o Sean Holmes, finalista em anos anteriores pode mudar essa aposta. Não sabemos em qual das baterias ele vai cair, mas o sul-africano certamente vai tornar mais difícil a vida de um dos líderes do ranking).
Vale a mesma análise para as baterias do Taj Burrow e do Mick Fanning.
Heat 11: C.J. Hobgood (USA), Kekoa Bacalso (HAW), Neco Padaratz (BRA)
Olha o Neco com chance aí, gente.
Como eu disse, vai ter que fazer milagre, mas o cara teve a sorte de cair numa bateria difícil mas não impossível.
C.J. é um dos meus surfistas prediletos.
Sem muita frescura, o surf de back-side dele, pra mim, é melhor do que o do Bobby Martinez (que todo mundo diz que é o melhor do circuito atualmente).
Quem não se lembra das cenas dos irmãos Hobgood no free-surf em Barra de La Cruz?
Vou tentar recuperar essas imagens pra vocês conferirem.
Este ano, em especial, ele está realmente se destacando.
Mas ainda assim, em Jeffreys, o Neco ainda tem chance.
Do que importa mesmo, é isso.
Podem ter certeza que estaremos acompanhando tudo aqui no True Surfing, vamos ver se eu voltei afiado nos meus palpites.
THE TOECUTTER from Joel Parkinson on Vimeo.
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Coca Cola Squarema PRO 2010 - Vídeo da final
Como vocês já devem saber, Willian Cardoso venceu a final contra Marco Polo, em Saquarema, Rio de Janeiro.
Com esse resultado, Willian Cardoso sobe para a 32a posição no ranking unificado e Marco Polo para a 55a.
Tirando os dois brasileiros do WT, Adriano de Souza e Jadson André (já considerando Marco Polo e Neco Padaratz de volta ao WQS), Heitor Alves, Raoni Monteiro e Wiggoly Dantas são os brasileiros melhores classificados no ranking unificado, na 16a, 17a e 20a posição, respectivamente.
Abaixo seguem as imagens do último dia de competição.
O destaque negativo fica para a edição.
Vocês sabem que, pra definir o resultado das baterias, contam somente as duas melhores ondas de cada competidor.
Ninguém avisou isso pro editor e o ignorante só colocou uma onda de cada um.
Não é nem culpa dele.
A culpa é de quem contratou o serviço.
Ô povinho ruim.
Com esse resultado, Willian Cardoso sobe para a 32a posição no ranking unificado e Marco Polo para a 55a.
Tirando os dois brasileiros do WT, Adriano de Souza e Jadson André (já considerando Marco Polo e Neco Padaratz de volta ao WQS), Heitor Alves, Raoni Monteiro e Wiggoly Dantas são os brasileiros melhores classificados no ranking unificado, na 16a, 17a e 20a posição, respectivamente.
Abaixo seguem as imagens do último dia de competição.
O destaque negativo fica para a edição.
Vocês sabem que, pra definir o resultado das baterias, contam somente as duas melhores ondas de cada competidor.
Ninguém avisou isso pro editor e o ignorante só colocou uma onda de cada um.
Não é nem culpa dele.
A culpa é de quem contratou o serviço.
Ô povinho ruim.
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domingo, 16 de maio de 2010
Coca Cola Squarema PRO 2010 - Final acontece hoje
Acabou de começar mais uma final de um evento seis estrelas do WQS.
Na água, Willian Cardoso contra Marco Polo.
Dois catarinenses brigando pelos 3000 pontos oferecidos ao campeão.
Marco Polo bem que está precisando destes pontinhos.
Mesmo surfando eventos do WT, com potuação muito maior dos que os campeonatos do WQS, Marco Polo está na 85a colocação do ranking unificado.
Para vocês terem uma idéia, o Willian Cardoso está na 52a posição.
Abaixo segue o vídeo com alguns momentos de ontem (não dá pra dizer que são os melhores).
Na água, Willian Cardoso contra Marco Polo.
Dois catarinenses brigando pelos 3000 pontos oferecidos ao campeão.
Marco Polo bem que está precisando destes pontinhos.
Mesmo surfando eventos do WT, com potuação muito maior dos que os campeonatos do WQS, Marco Polo está na 85a colocação do ranking unificado.
Para vocês terem uma idéia, o Willian Cardoso está na 52a posição.
Abaixo segue o vídeo com alguns momentos de ontem (não dá pra dizer que são os melhores).
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sábado, 24 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Primeiro dia
Terminou o primeiro dia do campeonato em Imbituba, a terceira etapa do circuito mundial.
As ondas não estavam lá essas coisas mas, como o cerco está apertando e só faltam essa e mais duas etapas para que os treze surfistas piores classificados no ranking voltem para o WQS, emoção não faltou.
Dos quinze últimos colocados no ranking, quatro conseguiram vencer suas baterias e já escaparam da 33a colocação: Matt Wilkinson, CJ Hobgood, Tanner Gudauskas e Neco Padaratz.
Neco venceu e convenceu (valeu a minha torcida) na 3a bateria do dia.
Quanto aos derrotados, Jadson vai enfrentar Drew Courtney e Adriano de Souza vai enfrentar Blake Thornton no 2o round.
Nenhum dos dois deverá encontrar grande resistência e eu diria que já podemos contar com três brasileiros no terceiro round em Santa Catarina.
Após a derrota de hoje, Marco Polo tentará, provavelmente amanhã, vencer sua primeira bateria no WT, contra o havaiano Freddy P.
O havaiano tem surfado muito bem e o catarinense vai ter que se superar para deixar de ser motivo de piada no WT.
Os outros três competidores brasileiros vão tentar jogar água no chopp dos melhores surfistas do mundo.
Tânio Barreto enfrenta Taj Burrow, o jovem Ricardo dos Santos surfa contra Mick Fanning e Messias Félix pega Kelly Slater, que hoje perdeu novamente para o Tiago Pires.
O que vocês acham?
Alguma chance de zebra?
Pra mim, o único que tem chance de arrancar alguns scores é o Messias.
Mesmo assim, só vence se o Kelly se afundar e não pegar nada, coisa na qual não aposto um centavo.
Pra não fugir à regra tenho que terminar dizendo que, infelizmente, a transmissão não melhorou nada.
Travando o tempo todo, praticamente sem replay, qualidade péssima.
Vamos torcer para que amanhã a coisa melhore.
O Bocão repete a cobertura do evento para o site da Skol, principal patrocinador do evento.
Ainda não tem nada que interesse por lá.
Assim que aparecer alguma coisa, vocês saberão.
O site oficial do evento publicou o vídeo que colocamos abaixo como sendo os "pontos altos" do primeiro dia de surf na etapa brasileira do circuito mundial.
Ridículo.
O cara que fez a edição, provavelmente, ou não assistiu nada ou não entende de surf.
Cadê os dois aéreos que deram a vitória ao Dane Reynolds?
E o aéreo nota 10 do Joel Parkinson (nota 9,83, na verdade)?
Alguma cena das derrotas de Kelly Slater, Taj Burrow ou Mick Fanning?
Será que o Brasil vai passar vergonha mais uma vez?
E os patrocinadores?
Não aprenderam nada com as críticas dos últimos anos?
Eu entendo que errar é humano.
Mas insistir no erro é burrice.
Assistam e digam-me se estou errado.
As ondas não estavam lá essas coisas mas, como o cerco está apertando e só faltam essa e mais duas etapas para que os treze surfistas piores classificados no ranking voltem para o WQS, emoção não faltou.
Dos quinze últimos colocados no ranking, quatro conseguiram vencer suas baterias e já escaparam da 33a colocação: Matt Wilkinson, CJ Hobgood, Tanner Gudauskas e Neco Padaratz.
Neco venceu e convenceu (valeu a minha torcida) na 3a bateria do dia.
Quanto aos derrotados, Jadson vai enfrentar Drew Courtney e Adriano de Souza vai enfrentar Blake Thornton no 2o round.
Nenhum dos dois deverá encontrar grande resistência e eu diria que já podemos contar com três brasileiros no terceiro round em Santa Catarina.
Após a derrota de hoje, Marco Polo tentará, provavelmente amanhã, vencer sua primeira bateria no WT, contra o havaiano Freddy P.
O havaiano tem surfado muito bem e o catarinense vai ter que se superar para deixar de ser motivo de piada no WT.
Os outros três competidores brasileiros vão tentar jogar água no chopp dos melhores surfistas do mundo.
Tânio Barreto enfrenta Taj Burrow, o jovem Ricardo dos Santos surfa contra Mick Fanning e Messias Félix pega Kelly Slater, que hoje perdeu novamente para o Tiago Pires.
O que vocês acham?
Alguma chance de zebra?
Pra mim, o único que tem chance de arrancar alguns scores é o Messias.
Mesmo assim, só vence se o Kelly se afundar e não pegar nada, coisa na qual não aposto um centavo.
Pra não fugir à regra tenho que terminar dizendo que, infelizmente, a transmissão não melhorou nada.
Travando o tempo todo, praticamente sem replay, qualidade péssima.
Vamos torcer para que amanhã a coisa melhore.
O Bocão repete a cobertura do evento para o site da Skol, principal patrocinador do evento.
Ainda não tem nada que interesse por lá.
Assim que aparecer alguma coisa, vocês saberão.
O site oficial do evento publicou o vídeo que colocamos abaixo como sendo os "pontos altos" do primeiro dia de surf na etapa brasileira do circuito mundial.
Ridículo.
O cara que fez a edição, provavelmente, ou não assistiu nada ou não entende de surf.
Cadê os dois aéreos que deram a vitória ao Dane Reynolds?
E o aéreo nota 10 do Joel Parkinson (nota 9,83, na verdade)?
Alguma cena das derrotas de Kelly Slater, Taj Burrow ou Mick Fanning?
Será que o Brasil vai passar vergonha mais uma vez?
E os patrocinadores?
Não aprenderam nada com as críticas dos últimos anos?
Eu entendo que errar é humano.
Mas insistir no erro é burrice.
Assistam e digam-me se estou errado.
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sábado, 17 de abril de 2010
Searching for Marco Polo
Esse post não é pra vocês ficarem nervosos.
Na verdade é só pra aumentar a torcida por um bom resultado do Marco Polo na próxima etapa do WT, o Santa Catarina Pro, agora Billabong Santa Catarina Pro.
Na última hora a Billabong, que havia perdido o evento em Mundaka, decidiu patrocinar o envento no Brasil, após a desistência da Hang Loose.
Se alguém encontrar alguma notícia explicando a saída da Hang Loose da etapa, por favor, envie para nós.
Eu até agora não encontrei nada.
A esperança de todos, no Brasil e no mundo, é que com a chegada da Billabong a transmissão seja melhor do que nos anos anteriores.
Como a RBS, afiliada Rede Globo, está no meio, não dá pra garantir nada.
Mas voltando ao assunto principal, Marco Polo, nosso pequeno guerreiro ainda não ganhou nenhuma bateria no WT.
Até surfou bem na última etapa, como bem disse o Petrus.
A chance é agora, em casa.
Estaremos torcendo para que ele consiga um bom resultado por aqui.
Principalmente agora que descobrimos que ele já está virando motivo de piada no Tour.
Vejam esse vídeo do Paul Fisher que coloco abaixo.
É para ser um vídeo de palhaçada, com perguntas engraçadas para alguns dos surfistas do WT.
Uma das perguntas, de sacanagem mesmo, é "Algum de vocês viu o Marco Polo por aí?"
Todo mundo concorda que ele é um cara muito bacana, um dos caras mais gente fina do circuito, etc... só que a gozação é geral.
Não adianta se revoltar.
O negócio é responder no surf.
Se ainda assim vocês ficarem nervosos, assistam ao segundo vídeo, que eu também peguei no site do Paul Fisher.
Não tem nada a ver com o assunto, é só pra mostrar que não devemos levar a vida tão a sério.
Na verdade é só pra aumentar a torcida por um bom resultado do Marco Polo na próxima etapa do WT, o Santa Catarina Pro, agora Billabong Santa Catarina Pro.
Na última hora a Billabong, que havia perdido o evento em Mundaka, decidiu patrocinar o envento no Brasil, após a desistência da Hang Loose.
Se alguém encontrar alguma notícia explicando a saída da Hang Loose da etapa, por favor, envie para nós.
Eu até agora não encontrei nada.
A esperança de todos, no Brasil e no mundo, é que com a chegada da Billabong a transmissão seja melhor do que nos anos anteriores.
Como a RBS, afiliada Rede Globo, está no meio, não dá pra garantir nada.
Mas voltando ao assunto principal, Marco Polo, nosso pequeno guerreiro ainda não ganhou nenhuma bateria no WT.
Até surfou bem na última etapa, como bem disse o Petrus.
A chance é agora, em casa.
Estaremos torcendo para que ele consiga um bom resultado por aqui.
Principalmente agora que descobrimos que ele já está virando motivo de piada no Tour.
Vejam esse vídeo do Paul Fisher que coloco abaixo.
É para ser um vídeo de palhaçada, com perguntas engraçadas para alguns dos surfistas do WT.
Uma das perguntas, de sacanagem mesmo, é "Algum de vocês viu o Marco Polo por aí?"
Todo mundo concorda que ele é um cara muito bacana, um dos caras mais gente fina do circuito, etc... só que a gozação é geral.
Não adianta se revoltar.
O negócio é responder no surf.
Se ainda assim vocês ficarem nervosos, assistam ao segundo vídeo, que eu também peguei no site do Paul Fisher.
Não tem nada a ver com o assunto, é só pra mostrar que não devemos levar a vida tão a sério.
Bells Beach Rip Curl Pro from Paul Fisher on Vimeo.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Mais um brasileiro avança
Agora foi o Neco Padaratz que despachou o Damien Hobgood.
Importantíssimo para sua posição no ranking.
Vai enfrentar Bobby Martinez na próxima fase, surfista californiano que fez uma das melhores médias do 2o round, conseguindo somar 15 pontos nas suas duas melhores ondas.
Marco Polo entra na água daqui a pouco, e pega uma pedreira.
Vai ter que passar por um dos fortes candidatos ao título mundial de 2010, Jordy Smith.
Vou ficar muito feliz se ele conseguir essa façanha.
Jadson André enfrentará Luke Munro às 02:30h no Brasil.
Os dois brasileiros precisam do resultado, já que não tiveram bons resultados na primeira etapa do circuito.
Vamos torcer.
Importantíssimo para sua posição no ranking.
Vai enfrentar Bobby Martinez na próxima fase, surfista californiano que fez uma das melhores médias do 2o round, conseguindo somar 15 pontos nas suas duas melhores ondas.
Marco Polo entra na água daqui a pouco, e pega uma pedreira.
Vai ter que passar por um dos fortes candidatos ao título mundial de 2010, Jordy Smith.
Vou ficar muito feliz se ele conseguir essa façanha.
Jadson André enfrentará Luke Munro às 02:30h no Brasil.
Os dois brasileiros precisam do resultado, já que não tiveram bons resultados na primeira etapa do circuito.
Vamos torcer.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Quiksilver Pro 2010 - Brasileiros mais perto da porta de saída
No post anterior, o Petrus fez um bom resumo do primeiro dia do Quiksilver Pro, em Snapper Rocks, Austrália.
Pra completar o show de imagens, separei abaixo dois vídeos com os melhores momentos do primeiro dia, o primeiro é o vídeo oficial e o segundo vem do blog do Fred Patachia.
Ontem, aconteceram oito baterias do segundo round, e já temos os primeiros eliminados do ano.
Está todo mundo com a faca nos dentes nesse início de circuito mundial, versão 2010.
Ou no pescoço.
Lembrem-se que depois da 5a etapa do WCT, os dezesseis surfistas na parte de baixo do ranking voltarão para o WQS e o circuito vai continuar com apenas 32 competidores.
Ou seja: Marco Polo, Neco Padaratz, Tanner Gudauskas, Blake Thornton e Travis Logie, os eliminados de ontem, já deram o primeiro passo rumo ao fim da fila.
Destes, só o Tanner Gudauskas fez realmente uma boa média, acima de 15 pontos, e mostrou que pode se recuperar nas próximas etapas.
Dos brasileiros, Neco Padaratz surfou bem mas não o suficiente para vencer o Damien Hobgood.
Vi até alguns gringos comentando, nos blogs e sites de surf por aí, que as ondas do Neco poderiam ter recebido notas mais altas.
Não achei.
O americano surfou melhor as boas ondas que pegou e mereceu ganhar.
O chato é ver o Neco mais uma vez reclamando, gesticulando pros juízes, fazendo o seu showzinho.
Já virou um personagem caricato, que ninguém mais leva a sério.
Marco Polo, por sua vez, foi escovado pelo Jordy Smith.
O brasileiro deixou Jordy pegar várias ondas boas, mesmo quando a prioridade era sua.
São erros típicos de iniciante mas que podem custar muito caro nesse novo formato de WCT.
Para eles, a primeira chance já foi.
Só restam mais quatro.
Vamos torcer para as ondas estarem grandes em Bells, a próxima etapa.
Talvez os dois possam mostrar mais do que mostraram ontem.
Vocês podem assistir à eliminação dos dois brasileiros aqui.
Pra completar o show de imagens, separei abaixo dois vídeos com os melhores momentos do primeiro dia, o primeiro é o vídeo oficial e o segundo vem do blog do Fred Patachia.
Ontem, aconteceram oito baterias do segundo round, e já temos os primeiros eliminados do ano.
Está todo mundo com a faca nos dentes nesse início de circuito mundial, versão 2010.
Ou no pescoço.
Lembrem-se que depois da 5a etapa do WCT, os dezesseis surfistas na parte de baixo do ranking voltarão para o WQS e o circuito vai continuar com apenas 32 competidores.
Ou seja: Marco Polo, Neco Padaratz, Tanner Gudauskas, Blake Thornton e Travis Logie, os eliminados de ontem, já deram o primeiro passo rumo ao fim da fila.
Destes, só o Tanner Gudauskas fez realmente uma boa média, acima de 15 pontos, e mostrou que pode se recuperar nas próximas etapas.
Dos brasileiros, Neco Padaratz surfou bem mas não o suficiente para vencer o Damien Hobgood.
Vi até alguns gringos comentando, nos blogs e sites de surf por aí, que as ondas do Neco poderiam ter recebido notas mais altas.
Não achei.
O americano surfou melhor as boas ondas que pegou e mereceu ganhar.
O chato é ver o Neco mais uma vez reclamando, gesticulando pros juízes, fazendo o seu showzinho.
Já virou um personagem caricato, que ninguém mais leva a sério.
Marco Polo, por sua vez, foi escovado pelo Jordy Smith.
O brasileiro deixou Jordy pegar várias ondas boas, mesmo quando a prioridade era sua.
São erros típicos de iniciante mas que podem custar muito caro nesse novo formato de WCT.
Para eles, a primeira chance já foi.
Só restam mais quatro.
Vamos torcer para as ondas estarem grandes em Bells, a próxima etapa.
Talvez os dois possam mostrar mais do que mostraram ontem.
Vocês podem assistir à eliminação dos dois brasileiros aqui.
Insurfnews.com - Quiksilver Pro Round One Highlights from Andrew Oliver on Vimeo.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
ASP WT 2010 - Começou!
Começou o WT de 2010, o Quiksilver Pro - Gold Coast. Com boas ondas e forte correnteza, tradicional do pico, foi para água o primeiro round da primeira etapa do ano. Conforme nossos debates e conversas, nenhuma surpresa muito grande neste início de temporada, com o campeonato funcionando sob sistema antigo, ou seja, com repescagem.
Vamos aos brazucas neste primeiro round:
Adriano de Souza - Mais uma vez, mostrou comprometimento e surf no pé. Quando pegou a maior onda da bateria, não aliviou na primeira manobra e foi premiado com uma nota acima de oito que fez toda diferença, e possibilitou seu avanço direto ao terceiro round. Seu principal adversário, Michel Bourez, não deu mole e quase complicou a vida do brasileiro.Foi uma ótima bateria de se assitir.
Jadson André - Graças a uma escolha de ondas impecável, e um surfe muito veloz, começou muito bem seu ano. Continuo achando que ele vai surpreender muita gente por aqui. Desceu as maiores e não bobeou. Veja vc mesmo.
Neco Padaratz - Não pegou boas ondas, e quando surfou, não mostrou nenhuma novidade. Está sob sério risco de sair fora do circuito já no Tahiti, quando houver a primeira troca de guarda. Quero deixar claro aqui que, se o mar subir de verdade, acreditaria mais no Neco e seu power surf, mas quando o vi ser ultrapassado diversas vezes no canal por seus adversários, que remavam freneticamente contra a forte corrente, fiquei com a impressão de que nosso atleta está muito mal preparado fisicamente. E isso, hoje em dia, é fatal. Confira aqui.
Marco Polo - Estreiou! Acho que surfou solto nas condições do mar, fez o que sabe e normalmente recebe boas notas no Brasil, mas no WT...O bicho pega!! Pra arrancar um sete alto, ou oito, é preciso um pouco mais de ousadia e pressão. Além do mais, caiu de cara com o Careca, que na minha opinião ARREGAÇOU!!
Mais uma vez ELE. Sim, KS fez mais uma daquelas apresentações que entrariam em cenas de qualquer filme de surf. Pode até não se dar bem no final do campeonato, mas contiuna sendo o melhor surfista da terra. Dê uma olhadinha.
Isso, comparando e olhando de binóculos invertido.
Saúde e Paz
Petrus
Vamos aos brazucas neste primeiro round:
Adriano de Souza - Mais uma vez, mostrou comprometimento e surf no pé. Quando pegou a maior onda da bateria, não aliviou na primeira manobra e foi premiado com uma nota acima de oito que fez toda diferença, e possibilitou seu avanço direto ao terceiro round. Seu principal adversário, Michel Bourez, não deu mole e quase complicou a vida do brasileiro.Foi uma ótima bateria de se assitir.
Jadson André - Graças a uma escolha de ondas impecável, e um surfe muito veloz, começou muito bem seu ano. Continuo achando que ele vai surpreender muita gente por aqui. Desceu as maiores e não bobeou. Veja vc mesmo.
Neco Padaratz - Não pegou boas ondas, e quando surfou, não mostrou nenhuma novidade. Está sob sério risco de sair fora do circuito já no Tahiti, quando houver a primeira troca de guarda. Quero deixar claro aqui que, se o mar subir de verdade, acreditaria mais no Neco e seu power surf, mas quando o vi ser ultrapassado diversas vezes no canal por seus adversários, que remavam freneticamente contra a forte corrente, fiquei com a impressão de que nosso atleta está muito mal preparado fisicamente. E isso, hoje em dia, é fatal. Confira aqui.
Marco Polo - Estreiou! Acho que surfou solto nas condições do mar, fez o que sabe e normalmente recebe boas notas no Brasil, mas no WT...O bicho pega!! Pra arrancar um sete alto, ou oito, é preciso um pouco mais de ousadia e pressão. Além do mais, caiu de cara com o Careca, que na minha opinião ARREGAÇOU!!
Mais uma vez ELE. Sim, KS fez mais uma daquelas apresentações que entrariam em cenas de qualquer filme de surf. Pode até não se dar bem no final do campeonato, mas contiuna sendo o melhor surfista da terra. Dê uma olhadinha.
Isso, comparando e olhando de binóculos invertido.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Show de surf em Sunset fecha o WQS com chave de ouro
Exatamente meus caros, show de surf em Sunset, Hawaii, segunda etapa da Tríplice Coroa Havaiana.
Grand finale para o WQS 2009.
As ondas estavam fantásticas, tubulares e assustadoras, mas com sol, um leve vento terral, 10, 12 pés.
Condições ideais.
Vejam os vídeos do 13o dia abaixo e digam-me se estou exagerando.
Alejo Muniz não voltou pro Brasil, correu sua bateria nas quartas de final, foi muito elogiado, pegou boas ondas, fez tudo certo.
Somou pontos importantes e terminou o ano em 26o no WQS, posição excelente para buscar uma classificação no ano que vem.
Dusty Payne conseguiu o quarto lugar, pulou para 9o no ranking e estará mostrando seu surf entre os melhores do mundo no WCT.
O garoto surfou Sunset grande como se fosse uma marola e cansou de botar pra dentro em umas fechadeiras de respeito.
Mostrou habilidade e atitude.
Daniel Ross sagrou-se campeão do WQS com todos os méritos.
A performance deste australiano de 25 anos na primeira bateria do dia foi pra ninguém botar defeito.
Pegando as maiores e rasgando no crítico, Ross mostrou que quer dar trabalho para os tops em 2010.
Sunny Garcia foi o animal de sempre.
Por pouco não ganha o campeonato, faltou uma segunda onda boa.
Mas os grandes astros do show foram os "Coolie Kids", Joel Parkinson e Mick Fanning.
O que esses dois fizeram neste domingo deixou todo mundo ansioso para ver o que vai acontecer na última etapa do WCT 2009, em Pipeline.
Drops intermináveis, tubos, rasgadas, os caras só não fizeram chover.
Assistam aos vídeos, vale muito a pena.
Os dois estão com muito apetite, disso não há dúvidas.
Quem levará o título mundial?
Eu é que não arrisco dizer, apostei que o Marco Polo não se classificaria e dei com os burros n´água.
O período de espera do Billabong Pipeline Masters começa amanhã e vocês já sabem, cobertura completa aqui no True Surfing.
Grand finale para o WQS 2009.
As ondas estavam fantásticas, tubulares e assustadoras, mas com sol, um leve vento terral, 10, 12 pés.
Condições ideais.
Vejam os vídeos do 13o dia abaixo e digam-me se estou exagerando.
Alejo Muniz não voltou pro Brasil, correu sua bateria nas quartas de final, foi muito elogiado, pegou boas ondas, fez tudo certo.
Somou pontos importantes e terminou o ano em 26o no WQS, posição excelente para buscar uma classificação no ano que vem.
Dusty Payne conseguiu o quarto lugar, pulou para 9o no ranking e estará mostrando seu surf entre os melhores do mundo no WCT.
O garoto surfou Sunset grande como se fosse uma marola e cansou de botar pra dentro em umas fechadeiras de respeito.
Mostrou habilidade e atitude.
Daniel Ross sagrou-se campeão do WQS com todos os méritos.
A performance deste australiano de 25 anos na primeira bateria do dia foi pra ninguém botar defeito.
Pegando as maiores e rasgando no crítico, Ross mostrou que quer dar trabalho para os tops em 2010.
Sunny Garcia foi o animal de sempre.
Por pouco não ganha o campeonato, faltou uma segunda onda boa.
Mas os grandes astros do show foram os "Coolie Kids", Joel Parkinson e Mick Fanning.
O que esses dois fizeram neste domingo deixou todo mundo ansioso para ver o que vai acontecer na última etapa do WCT 2009, em Pipeline.
Drops intermináveis, tubos, rasgadas, os caras só não fizeram chover.
Assistam aos vídeos, vale muito a pena.
Os dois estão com muito apetite, disso não há dúvidas.
Quem levará o título mundial?
Eu é que não arrisco dizer, apostei que o Marco Polo não se classificaria e dei com os burros n´água.
O período de espera do Billabong Pipeline Masters começa amanhã e vocês já sabem, cobertura completa aqui no True Surfing.
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domingo, 6 de dezembro de 2009
Marco Polo no WCT
Marco Polo está classificado para o WCT em 2010!
Parabéns! Desejamos ao jovem catarinense muita sorte e sucesso no ano que vem.
Assim que acabar o campeonato em Sunset, acompanhe o resumo de tudo o que aconteceu em mais um dia de altas ondas no Hawaii.
Parabéns! Desejamos ao jovem catarinense muita sorte e sucesso no ano que vem.
Assim que acabar o campeonato em Sunset, acompanhe o resumo de tudo o que aconteceu em mais um dia de altas ondas no Hawaii.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
45 do segundo tempo. E agora?
Amanhã inciam-se as quartas-de-final do O´Neill World Cup of Surfing, segunda jóia da Tríplice Coroa Havaiana.
O francês Joan Duru, mesmo perdendo sua bateria, e o americano Tanner Gudauskas já garantiram seus lugares no WCT em 2010.
Tanner teve seu caminho facilitado ao cair na bateria com seus dois irmãos Patrick e Dane mas mesmo assim surfou muito e mereceu a vitória.
Isso significa que os brasileiros Rodrigo Dornelles e Bernardo Miranda estão definitivamente fora.
Marco Polo ainda tem esperanças, mas isso pode durar pouco.
O havaiano Dusty Payne só precisa terminar sua próxima bateria em 3o para se classificar.
Será a primeira bateria das quartas-de-final, contra os surfistas do WCT Kekoa Bacalso, Jihad Khodr e Daniel Ross.
E é praticamente isso.
O irlandês Glen Hall e Jarrad Howse ainta tem chances remotas (precisando terminar o campeonate em Sunset em 5o e 1o, respectivamente).
Parece que teremos apenas dois brasileiros no WCT no ano que vem.
O francês Joan Duru, mesmo perdendo sua bateria, e o americano Tanner Gudauskas já garantiram seus lugares no WCT em 2010.
Tanner teve seu caminho facilitado ao cair na bateria com seus dois irmãos Patrick e Dane mas mesmo assim surfou muito e mereceu a vitória.
Isso significa que os brasileiros Rodrigo Dornelles e Bernardo Miranda estão definitivamente fora.
Marco Polo ainda tem esperanças, mas isso pode durar pouco.
O havaiano Dusty Payne só precisa terminar sua próxima bateria em 3o para se classificar.
Será a primeira bateria das quartas-de-final, contra os surfistas do WCT Kekoa Bacalso, Jihad Khodr e Daniel Ross.
E é praticamente isso.
O irlandês Glen Hall e Jarrad Howse ainta tem chances remotas (precisando terminar o campeonate em Sunset em 5o e 1o, respectivamente).
Parece que teremos apenas dois brasileiros no WCT no ano que vem.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
WQS em Sunset
Últimas notícias.
O swell estava meio torto em Sunset, Hawaii, última etapa do WQS.
Apenas oito baterias foram para a água.
Bernando Miranda, o Pigmeu, passou pelas duas primeiras etapas e ainda precisa passar mais duas baterias para conseguir a pontuação necessária para a classificação
Marco Polo está fora, ficou em terceiro lugar, na bateria em que o uruguaio Marco Giorgi venceu e o Andy Irons tirou segundo.
O catarinense termina o ano com 12.331 pontos e agora depende de derrotas dos seus concorrentes diretos.
Segundo Al Hunt, tour manager da ASP, serão necessários 12.500 pontos para entrar no WCT em 2010.
Vamos ver.
Os melhores momentos do dia de ontem vocês conferem nos vídeos abaixo.
Destaque para o Margo Giorgi, garoto que vocês já viram em ação aqui no True Surfing.
Em Sunset ele está mostrando muita força e coragem, com estilo.
Mais uma vez, está fazendo bonito no Hawaii.
O swell estava meio torto em Sunset, Hawaii, última etapa do WQS.
Apenas oito baterias foram para a água.
Bernando Miranda, o Pigmeu, passou pelas duas primeiras etapas e ainda precisa passar mais duas baterias para conseguir a pontuação necessária para a classificação
Marco Polo está fora, ficou em terceiro lugar, na bateria em que o uruguaio Marco Giorgi venceu e o Andy Irons tirou segundo.
O catarinense termina o ano com 12.331 pontos e agora depende de derrotas dos seus concorrentes diretos.
Segundo Al Hunt, tour manager da ASP, serão necessários 12.500 pontos para entrar no WCT em 2010.
Vamos ver.
Os melhores momentos do dia de ontem vocês conferem nos vídeos abaixo.
Destaque para o Margo Giorgi, garoto que vocês já viram em ação aqui no True Surfing.
Em Sunset ele está mostrando muita força e coragem, com estilo.
Mais uma vez, está fazendo bonito no Hawaii.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
The Book is on the table 2... CADÊ a MORMAII??
Sou chato?? Sou! Já falei sobre este assunto outras vezes? Sim!
Mas fazer o que? Deixar no esquecimento? Juro por tudo que é mais sagrado que não consigo!!
Assim como a maioria de nossos leitores, sou brasileiro antes de tudo. Sendo solidário ao Chocolate, garanto a vocês que torcemos demais, pelos brasileiros no cicuito mundial. As vezes, fico a madrugada inteira no quarto, assistindo todas as baterias de um campeonato só para ter a certeza de estar sendo justo quando criticamos as performances dos atletas(todos) na água e FORA DELA.
E é justamente esta última parte,(quando nossos representantes não estão surfando), que eu fico REVOLTADO!
O sujeito, no caso o surfista brasileiro, consegue driblar todas as desvantagens em desenvolver seu surfe nas ondas brasileiras (que nem de longe lembram as australianas), chega ao Hawaii precisando de bons resultados, é elogiado pela transmissão local, passa baterias importantes e obviamente, chega seu momento de ser entrevistado pela mídia oficial do torneio. Visibilidade para o mundo todo, milhares de pessoas ligadas naqueles segundos de transmissão via internet, a GRANDE oportunidade de no mínimo "vender seu peixe" eeee.....
Vemos um cara patriota, que tem orgulho de representar o país que nasceu, arriscando sua integridade física em junções no mínimo intimidadoras no famoso Toilet Bowl, ficar completamente sem graça e envergonhado ao saber que chegou o momento de....FALAR INGLÊS!!!
Aí eu penso...Outra vez?? NÃO pode ser!!! É um pesadelo!!PQP!!!
Pois é, quem viu a entrevista do Marco Pólo após sua bateria no Round dos 64 em Haleiwa, sabe do que estou falando!! E por que eu disse logo acima: outra vez?? Porque temos a mesma situação com nosso excelente surfista Heitor Alves... Eles não sabem falar Inglês!!!
E neste segundo exemplo (Heitor), suas participações fora d`água são tão discretas, que precisamos dos leitores para lembrarmos qual era seu patrocínio.
Gostaria de saber o que a MORMAII pensa sobre isso!! O que passa pela cabeça da MORMAII, quando ela simplesmente desperdiça todo dinheiro de mídia espontânea gerado pelo desempenho de seu atleta naquele momento.
Para quem acompanha as baterias, pensando no desenvolvimento do esporte e dos atletas, sabe que os repórteres precisam de conteúdo e assunto durante uma bateria de 30 minutos, e eles dão continuidade com as entrevistas quando os temas se desenvolvem. Deixo como exemplo, uma longa conversa sobre design de pranchas com Stephane Gilmore, onde ela aproveitou para enaltecer suas pranchas e seus patrocinadores diversas vezes, a australiana falou sobre fundos, curvatua, flutuação, outlines e até mesmo modelos de quilhas!!! Foi muito legal ver que a quase tri-campeã mundial de surfe feminino realmente entende de pranchas. Com certeza, ela conseguiu um pouco mais de adimiração e credibilidade junto aos seus adimiradores e patrocinadores.
MORMAII, vocês sabem quantos dólares são necessários para anuciar sua marca, por 2 minutos durante a transmissão ao vivo pela internet de um evento da ASP desta magnitude, onde pela primeira vez na história, o campeão da perna havaiana levará nada menos que USD 1 milhão de prêmio pelo primeiro lugar???
Vocês levam em conta que, numa entrevista, o entrevistado ainda pode direcionar o foco das conversas, gerando mais retorno para vocês?
Pelo visto, já que este dinheiro não é tão importante, (apesar de eu não entender como uma nota de R$ 50,00 pode valer mais que outra nota de R$ 50,00), nós do True Surfing apelamos para o social e perguntamos:
Mormaii, por que deixar seus atletas na ignorância??
Já ouviram a frase: Quem não comunica se instrumbica? Novo isso hein??!!
Inevitavelmente, acabei fazendo uma comparação com futebol.Acho que após 36 anos de vida, sendo 29 deles surfando sempre que possível, entendo que tipo de gente anda "APOIANDO" nosso esporte tão amado:
São as mesmas pessoas que, acharam muito boas as entrevistas do Joel Santana (técnico de futebol) na África do Sul...
Ou mesmo, aqueles que apoiam a liberdade do jogador de futebol em tirar a camisa na comemoração do gol!!!
Quer dizer então que, quando as câmeras dão o maior close da transmissão no jogador , e todos que acompanhavam a partida em casa realmente prestam atenção no lance, ele tira a camisa e que se dane aqueles segundos de visibilidade da marca!!!
Justo quem paga seu salário e a maior parte da festa!!
Ainda poderíamos aceitar algum tipo de desculpa caso a Mormaii fosse uma empresa com sérias limitações financeiras e não atuasse no mercado internacional...Mas não é esse o caso, não é verdade?
Como pode tanta miopia e amadorismo??
Saúde e Paz...Aloha Spirit.
Mas fazer o que? Deixar no esquecimento? Juro por tudo que é mais sagrado que não consigo!!
Assim como a maioria de nossos leitores, sou brasileiro antes de tudo. Sendo solidário ao Chocolate, garanto a vocês que torcemos demais, pelos brasileiros no cicuito mundial. As vezes, fico a madrugada inteira no quarto, assistindo todas as baterias de um campeonato só para ter a certeza de estar sendo justo quando criticamos as performances dos atletas(todos) na água e FORA DELA.
E é justamente esta última parte,(quando nossos representantes não estão surfando), que eu fico REVOLTADO!
O sujeito, no caso o surfista brasileiro, consegue driblar todas as desvantagens em desenvolver seu surfe nas ondas brasileiras (que nem de longe lembram as australianas), chega ao Hawaii precisando de bons resultados, é elogiado pela transmissão local, passa baterias importantes e obviamente, chega seu momento de ser entrevistado pela mídia oficial do torneio. Visibilidade para o mundo todo, milhares de pessoas ligadas naqueles segundos de transmissão via internet, a GRANDE oportunidade de no mínimo "vender seu peixe" eeee.....
Vemos um cara patriota, que tem orgulho de representar o país que nasceu, arriscando sua integridade física em junções no mínimo intimidadoras no famoso Toilet Bowl, ficar completamente sem graça e envergonhado ao saber que chegou o momento de....FALAR INGLÊS!!!
Aí eu penso...Outra vez?? NÃO pode ser!!! É um pesadelo!!PQP!!!
Pois é, quem viu a entrevista do Marco Pólo após sua bateria no Round dos 64 em Haleiwa, sabe do que estou falando!! E por que eu disse logo acima: outra vez?? Porque temos a mesma situação com nosso excelente surfista Heitor Alves... Eles não sabem falar Inglês!!!
E neste segundo exemplo (Heitor), suas participações fora d`água são tão discretas, que precisamos dos leitores para lembrarmos qual era seu patrocínio.
Gostaria de saber o que a MORMAII pensa sobre isso!! O que passa pela cabeça da MORMAII, quando ela simplesmente desperdiça todo dinheiro de mídia espontânea gerado pelo desempenho de seu atleta naquele momento.
Para quem acompanha as baterias, pensando no desenvolvimento do esporte e dos atletas, sabe que os repórteres precisam de conteúdo e assunto durante uma bateria de 30 minutos, e eles dão continuidade com as entrevistas quando os temas se desenvolvem. Deixo como exemplo, uma longa conversa sobre design de pranchas com Stephane Gilmore, onde ela aproveitou para enaltecer suas pranchas e seus patrocinadores diversas vezes, a australiana falou sobre fundos, curvatua, flutuação, outlines e até mesmo modelos de quilhas!!! Foi muito legal ver que a quase tri-campeã mundial de surfe feminino realmente entende de pranchas. Com certeza, ela conseguiu um pouco mais de adimiração e credibilidade junto aos seus adimiradores e patrocinadores.
MORMAII, vocês sabem quantos dólares são necessários para anuciar sua marca, por 2 minutos durante a transmissão ao vivo pela internet de um evento da ASP desta magnitude, onde pela primeira vez na história, o campeão da perna havaiana levará nada menos que USD 1 milhão de prêmio pelo primeiro lugar???
Vocês levam em conta que, numa entrevista, o entrevistado ainda pode direcionar o foco das conversas, gerando mais retorno para vocês?
Pelo visto, já que este dinheiro não é tão importante, (apesar de eu não entender como uma nota de R$ 50,00 pode valer mais que outra nota de R$ 50,00), nós do True Surfing apelamos para o social e perguntamos:
Mormaii, por que deixar seus atletas na ignorância??
Já ouviram a frase: Quem não comunica se instrumbica? Novo isso hein??!!
Inevitavelmente, acabei fazendo uma comparação com futebol.Acho que após 36 anos de vida, sendo 29 deles surfando sempre que possível, entendo que tipo de gente anda "APOIANDO" nosso esporte tão amado:
São as mesmas pessoas que, acharam muito boas as entrevistas do Joel Santana (técnico de futebol) na África do Sul...
Ou mesmo, aqueles que apoiam a liberdade do jogador de futebol em tirar a camisa na comemoração do gol!!!
Quer dizer então que, quando as câmeras dão o maior close da transmissão no jogador , e todos que acompanhavam a partida em casa realmente prestam atenção no lance, ele tira a camisa e que se dane aqueles segundos de visibilidade da marca!!!
Justo quem paga seu salário e a maior parte da festa!!
Ainda poderíamos aceitar algum tipo de desculpa caso a Mormaii fosse uma empresa com sérias limitações financeiras e não atuasse no mercado internacional...Mas não é esse o caso, não é verdade?
Como pode tanta miopia e amadorismo??
Saúde e Paz...Aloha Spirit.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Realismo: Marco Polo vencerá no WCT?
Hoje o surf está fora de controle em Sunset, Hawaii.
Com séries de 15 a 18 pés, fechando, os organizadores decidiram adiar o início da última etapa do WQS, circuito que classifica 15 atletas para o WCT.
Aproveitando a folga, temos um assunto para discutir com vocês.
Alguns leitores estão reclamando que não estamos dando o valor devido à chegada do Marco Polo na zona de classificação para o WCT.
Que não estamos torcendo pelos brasileiros no tour, desmerecendo o surf dos nossos competidores.
Gostaríamos de esclarecer que não é esse o caso.
Torcemos sim, e muito, para que tenhamos mais brasileiros no tour.
Além disso, torcemos para que os brasileiros tenham cada vez mais sucesso e vençam cada vez mais no surf profissional.
Mas isso não quer dizer que não possamos ser realistas.
Marco Polo, que está fazendo sua parte e está realmente a um 17o lugar de se garantir no circuito principal no ano que vem, surfa muito.
É verdade.
Tive o prazer de conhecê-lo, durante minha lua-de-mel, em Fernando de Noronha.
Então com 21 anos, Marco Polo mostrou-se humilde e muito dedicado.
E pegou muito tubo.
Foi uma semana de onda sem parar, só quatro pessoas na praia do Bode: eu, Nêgo Noronha, Marco Polo e o Américo, o Luvinha.
Coloco a foto abaixo, tirada pela minha esposa, só para vocês terem uma idéia do que aconteceu durante aqueles memoráveis sete dias.

Só estar nessa condição, brigando pela classificação, já é um feito e tanto.
Mas lá dentro, a história é diferente.
Para ganhar destaque, para vencer uma etapa do circuito, tem que ter um algo mais que ainda não vi no surf desse pequeno guerreiro.
É bem verdade que também não há muito para ver.
Patrocinado pela Mormaii, tente encontrar um vídeo do Marco Polo surfando.
Nem no site da empresa.
No youtube, no máximo você acha algumas imagens de baterias do Super Surf, e olhe lá.
A sorte dele é que, como dissemos no post anterior, teremos muito surfista mediano no WCT ano que vem.
Ele tem chances contra pelo menos 50% dos caras que estão lá.
Agora, vocês acham que ele tem surf pra brigar de igual para igual com um Owen Right, um Jadson André, um Dane Reynolds, alguns dos mais radicais expoentes da evolução do surf, que estarão no tour em 2010?
Sejam sinceros.
Pra completar, conseguindo garantir a classificação, Marco Polo deverá ficar nas últimas posições do ranking do WCT.
Enfrentará, de saída, nas primeiras etapas de 2010, os tops do ranking: Bede Durbridge, Joel Parkinson, Taj Burrow, Minheirinho, etc.
O que vocês acham que acontecerá?
Assim como vocês, eu quero ver o Marco Polo despachando o Jordy Smith pra casa.
Vencendo os gringos mais marrentos e calando a boca do Luke Egan nas transmissões (um dos que mais critica o surf brazuca).
Desde aquela semana lendária em Noronha que eu torço pelo rapaz.
E estarei torcendo sempre, por ele e por todos os brasileiros.
Mas com realismo.
Com séries de 15 a 18 pés, fechando, os organizadores decidiram adiar o início da última etapa do WQS, circuito que classifica 15 atletas para o WCT.
Aproveitando a folga, temos um assunto para discutir com vocês.
Alguns leitores estão reclamando que não estamos dando o valor devido à chegada do Marco Polo na zona de classificação para o WCT.
Que não estamos torcendo pelos brasileiros no tour, desmerecendo o surf dos nossos competidores.
Gostaríamos de esclarecer que não é esse o caso.
Torcemos sim, e muito, para que tenhamos mais brasileiros no tour.
Além disso, torcemos para que os brasileiros tenham cada vez mais sucesso e vençam cada vez mais no surf profissional.
Mas isso não quer dizer que não possamos ser realistas.
Marco Polo, que está fazendo sua parte e está realmente a um 17o lugar de se garantir no circuito principal no ano que vem, surfa muito.
É verdade.
Tive o prazer de conhecê-lo, durante minha lua-de-mel, em Fernando de Noronha.
Então com 21 anos, Marco Polo mostrou-se humilde e muito dedicado.
E pegou muito tubo.
Foi uma semana de onda sem parar, só quatro pessoas na praia do Bode: eu, Nêgo Noronha, Marco Polo e o Américo, o Luvinha.
Coloco a foto abaixo, tirada pela minha esposa, só para vocês terem uma idéia do que aconteceu durante aqueles memoráveis sete dias.

Só estar nessa condição, brigando pela classificação, já é um feito e tanto.
Mas lá dentro, a história é diferente.
Para ganhar destaque, para vencer uma etapa do circuito, tem que ter um algo mais que ainda não vi no surf desse pequeno guerreiro.
É bem verdade que também não há muito para ver.
Patrocinado pela Mormaii, tente encontrar um vídeo do Marco Polo surfando.
Nem no site da empresa.
No youtube, no máximo você acha algumas imagens de baterias do Super Surf, e olhe lá.
A sorte dele é que, como dissemos no post anterior, teremos muito surfista mediano no WCT ano que vem.
Ele tem chances contra pelo menos 50% dos caras que estão lá.
Agora, vocês acham que ele tem surf pra brigar de igual para igual com um Owen Right, um Jadson André, um Dane Reynolds, alguns dos mais radicais expoentes da evolução do surf, que estarão no tour em 2010?
Sejam sinceros.
Pra completar, conseguindo garantir a classificação, Marco Polo deverá ficar nas últimas posições do ranking do WCT.
Enfrentará, de saída, nas primeiras etapas de 2010, os tops do ranking: Bede Durbridge, Joel Parkinson, Taj Burrow, Minheirinho, etc.
O que vocês acham que acontecerá?
Assim como vocês, eu quero ver o Marco Polo despachando o Jordy Smith pra casa.
Vencendo os gringos mais marrentos e calando a boca do Luke Egan nas transmissões (um dos que mais critica o surf brazuca).
Desde aquela semana lendária em Noronha que eu torço pelo rapaz.
E estarei torcendo sempre, por ele e por todos os brasileiros.
Mas com realismo.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Terminou a primeira jóia da coroa, e será pouca a renovação
Terminou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, etapa seis estrelas do WQS, primeira jóia da Tríplice Coroa Havaiana, com a vitória do local Joel Centeio.
O rapaz mereceu, pegou as melhores, pegou um belo tubo na final e acertou manobras muito fortes durante todo o campeonato.
Há quem diga que ele foi um dos beneficiados na bateria em que seguraram as notas do Miguel Pupo.
De qualquer modo, a fatura está encerrada e foi com muito surf de qualidade que isto aconteceu.
Além das ondas, que vocês podem conferir no post anterior, no resumo do 12o dia, podemos aproveitar e conferir a movimentação no ranking.
Que surf estaremos assistindo no ano que vem?
Faltando ainda a última etapa do circuito de acesso em Sunset, que deve começar na 4a feira com ondas entre 15 e 20 pés, eu diria que o quadro de surfistas se classificando via WQS não é dos mais animadores.
Tirando os cinco talentos da nova geração (o brasileiro Jadson André, os americanos Brett Simpson e Pat Gudauskas e os australianos Owen Right e Matt Wilkinson), não há muito para nos dar esperança de grandes espetáculos.
Quatro ex-WCT, (Daniel Ross, Luke Munro, Travis Logie e Rodrigo Dornelles) os quatro com um surf das antigas.
Dois surfistas medianos do WCT se reclassificando via WQS (Jay Thompson e Drew Courtney, este último ainda com chances de se garantir via WCT).
Dos outros, pouco conhecidos, eu destacaria apenas o Adam Melling, que andou muito bem nesta etapa.
Marco Polo conseguiu cumprir metade da missão, chegando em 3o na fase de 32, e foi o único surfista que entrou na zona de classificação depois dessa etapa.
Dornelles e Pigmeu estão no limite.
Dornelles praticamente não ganhou pontos e por isso cairá algumas posições.
Pigmeu terminou em 4o no round de 32 e continua dependendo de Sunset, com a vantagem de trocar 875 pontos.
Vamos torcer por eles, mesmo sabendo que os dois não são exatamente os expoentes do surf mais agressivo do mundo.
A nova geração brasileira ainda terá que comer muito arroz com feijão pra entrar de verdade nessa briga.
O rapaz mereceu, pegou as melhores, pegou um belo tubo na final e acertou manobras muito fortes durante todo o campeonato.
Há quem diga que ele foi um dos beneficiados na bateria em que seguraram as notas do Miguel Pupo.
De qualquer modo, a fatura está encerrada e foi com muito surf de qualidade que isto aconteceu.
Além das ondas, que vocês podem conferir no post anterior, no resumo do 12o dia, podemos aproveitar e conferir a movimentação no ranking.
Que surf estaremos assistindo no ano que vem?
Faltando ainda a última etapa do circuito de acesso em Sunset, que deve começar na 4a feira com ondas entre 15 e 20 pés, eu diria que o quadro de surfistas se classificando via WQS não é dos mais animadores.
Tirando os cinco talentos da nova geração (o brasileiro Jadson André, os americanos Brett Simpson e Pat Gudauskas e os australianos Owen Right e Matt Wilkinson), não há muito para nos dar esperança de grandes espetáculos.
Quatro ex-WCT, (Daniel Ross, Luke Munro, Travis Logie e Rodrigo Dornelles) os quatro com um surf das antigas.
Dois surfistas medianos do WCT se reclassificando via WQS (Jay Thompson e Drew Courtney, este último ainda com chances de se garantir via WCT).
Dos outros, pouco conhecidos, eu destacaria apenas o Adam Melling, que andou muito bem nesta etapa.
Marco Polo conseguiu cumprir metade da missão, chegando em 3o na fase de 32, e foi o único surfista que entrou na zona de classificação depois dessa etapa.
Dornelles e Pigmeu estão no limite.
Dornelles praticamente não ganhou pontos e por isso cairá algumas posições.
Pigmeu terminou em 4o no round de 32 e continua dependendo de Sunset, com a vantagem de trocar 875 pontos.
Vamos torcer por eles, mesmo sabendo que os dois não são exatamente os expoentes do surf mais agressivo do mundo.
A nova geração brasileira ainda terá que comer muito arroz com feijão pra entrar de verdade nessa briga.
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Competição é muito surf
Existem muitos surfistas, inclusive leitores desse blog, com críticas e as vezes até aversão ao surf como competição.
Não o consideram uma manifestação verdadeira do "espírito surf", dizem que "não tem alma", "é só pelo dinheiro", "não tem onda", "é monótono", e segue por aí a choradeira.
Contra fatos, não há argumentos.
Recomeçou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, penúltima etapa do WQS em 2009.
Pra vocês terem um idéia, o vídeo com os melhores momentos, que postamos abaixo, demora oito minutos.
De tanto bom momento que aconteceu.
Haleiwa é uma onda bem pesada, muito volume de água, tem aquele inside, apelidado de Toilet Bowl, totalmente imprevisível.
É uma onda que pede uma alta performance.
E é isso que vocês vão assistir neste longo vídeo.
Aula de rasgadas, de curvas em lugares impossíveis da onda, alguns tubos, show de surf.
Para quem quiser ganhar tempo, o mar começa a melhorar mesmo no minuto 03:35, com o tubo nota 9,87 do Joel Parkinson.
Inexplicavelmente, ficou faltando, na edição, as ondas do Pancho Sullivan, com seus cutbacks impressionantes.
Dos nossos heróis, Pigmeu e Marco Polo ainda estão na briga.
Rodrigo Dornelles não passou, mas pegou uma onda boa, que aparece numa sequência bacana do vídeo dos highlights deste 11o dia.
Começa no minuto 06:38, com uma onda muito forte do Ace Buchan, de camisa vermelha e de costas para a onda, dando duas rasgadas maravilhosas, o pé da frente saindo da prancha no final da manobra e ele conseguindo se recuperar.
Depois vem o Pigmeu, de azul, numa ondinha que lhe rendeu um 6,67.
Na sequência a onda do Dornelles, de branco, pegando uma bomba que terminou numa avalanche de espuma.
No próximo post faço uma avaliação da performance dos brasileiros.
Por enquanto curtam as imagens.
É muito surf.
Não o consideram uma manifestação verdadeira do "espírito surf", dizem que "não tem alma", "é só pelo dinheiro", "não tem onda", "é monótono", e segue por aí a choradeira.
Contra fatos, não há argumentos.
Recomeçou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, penúltima etapa do WQS em 2009.
Pra vocês terem um idéia, o vídeo com os melhores momentos, que postamos abaixo, demora oito minutos.
De tanto bom momento que aconteceu.
Haleiwa é uma onda bem pesada, muito volume de água, tem aquele inside, apelidado de Toilet Bowl, totalmente imprevisível.
É uma onda que pede uma alta performance.
E é isso que vocês vão assistir neste longo vídeo.
Aula de rasgadas, de curvas em lugares impossíveis da onda, alguns tubos, show de surf.
Para quem quiser ganhar tempo, o mar começa a melhorar mesmo no minuto 03:35, com o tubo nota 9,87 do Joel Parkinson.
Inexplicavelmente, ficou faltando, na edição, as ondas do Pancho Sullivan, com seus cutbacks impressionantes.
Dos nossos heróis, Pigmeu e Marco Polo ainda estão na briga.
Rodrigo Dornelles não passou, mas pegou uma onda boa, que aparece numa sequência bacana do vídeo dos highlights deste 11o dia.
Começa no minuto 06:38, com uma onda muito forte do Ace Buchan, de camisa vermelha e de costas para a onda, dando duas rasgadas maravilhosas, o pé da frente saindo da prancha no final da manobra e ele conseguindo se recuperar.
Depois vem o Pigmeu, de azul, numa ondinha que lhe rendeu um 6,67.
Na sequência a onda do Dornelles, de branco, pegando uma bomba que terminou numa avalanche de espuma.
No próximo post faço uma avaliação da performance dos brasileiros.
Por enquanto curtam as imagens.
É muito surf.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Chances de WT 2010
Considerando as chances mais prováveis de classificação para WT 2010 já analisadas anteriormente (em: os números não mentem), hoje ha apenas dois sobreviventes brasileiros fora da lista prévia dos 14 WQS ainda na briga pela entrada na elite em 2010:
Marco Polo e Bernardo Miranda.
Segundo nossa avaliação, os dois devem conseguir pelo menos 1575 pontos em cada etapa restante do WQS no Hawaii.
Na prática, isso quer dizer que eles devem chegar ao round dos 32, e ficar pelo menos em terceiro em suas respectivas baterias. Qualquer resultado acima disso em Haleiwa, amenizará um pouco a necessidade de um resultado tão bom em Sunset é claro.
Para cumprirem metade da missão no North Shore, os dois Brazzos necessitam passar mais uma fase ( Rd 64) e não ficar em último no Round dos 32.
Marco pega - Fred P, Dusty Payne, e Hodei Collazo
Pigmeu pega - Adrian Buchan, R. Dorneles e Clay Marzo
Parecia fácil né?! Parecia, porque estamos analisando um passo de cada vez, mas a tarefa toda para os dois, chega ser heróica caso se concretize.
Nós aqui, continuamos com os dedos cruzados!!! E que Netuno mande as boas para a sequência de todos os brasileiros que ainda estão vivos no campeonato.
Para finalizar, faço uma menção especial para o brasileiro Marcio Farney. Surfa pesado com pressão, e tem tudo para ir mais adiante no campeonato. Vale a pena conferirmos sua próxima bateria, pois nela vai ter de tudo:
Joel Parkinson, dispensa comentários.
Pancho Sullivan, local hero, ex-WT e na dúvida vai receber aquele 0,5 a mais dos juízes, assim como Bruce Irons recebeu hoje.
Tanner Gudauskas - junto com seu irmão vem liderando a nova geração americana que pretende invadir o WT nos próximos anos.
Vamos manter os olhos bem abertos!!
Os vídeos do campeonato e as baterias sob demanda você pode assistir abaixo.
Marco Polo e Bernardo Miranda.
Segundo nossa avaliação, os dois devem conseguir pelo menos 1575 pontos em cada etapa restante do WQS no Hawaii.
Na prática, isso quer dizer que eles devem chegar ao round dos 32, e ficar pelo menos em terceiro em suas respectivas baterias. Qualquer resultado acima disso em Haleiwa, amenizará um pouco a necessidade de um resultado tão bom em Sunset é claro.
Para cumprirem metade da missão no North Shore, os dois Brazzos necessitam passar mais uma fase ( Rd 64) e não ficar em último no Round dos 32.
Marco pega - Fred P, Dusty Payne, e Hodei Collazo
Pigmeu pega - Adrian Buchan, R. Dorneles e Clay Marzo
Parecia fácil né?! Parecia, porque estamos analisando um passo de cada vez, mas a tarefa toda para os dois, chega ser heróica caso se concretize.
Nós aqui, continuamos com os dedos cruzados!!! E que Netuno mande as boas para a sequência de todos os brasileiros que ainda estão vivos no campeonato.
Para finalizar, faço uma menção especial para o brasileiro Marcio Farney. Surfa pesado com pressão, e tem tudo para ir mais adiante no campeonato. Vale a pena conferirmos sua próxima bateria, pois nela vai ter de tudo:
Joel Parkinson, dispensa comentários.
Pancho Sullivan, local hero, ex-WT e na dúvida vai receber aquele 0,5 a mais dos juízes, assim como Bruce Irons recebeu hoje.
Tanner Gudauskas - junto com seu irmão vem liderando a nova geração americana que pretende invadir o WT nos próximos anos.
Vamos manter os olhos bem abertos!!
Os vídeos do campeonato e as baterias sob demanda você pode assistir abaixo.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
WQS Reta Final! Os números não mentem...
Para quem gosta de maiores detalhes, e curte analisar friamente as possibilidades dos Brazzos estarem no WT do ano que vem, seguem algumas informações interessantes baseadas em matéria escrita por Al Hunt(WQS Tour Manager).
Faltando duas etapas para o final do circuito WQS, Haleiwa e Sunset, ambas de categoria 6 estrelas Prime a nota de corte para o acesso ao WT 2010 é de 12.138 pontos.
Já que temos estas competições por vir, é natural que esta média suba.
Porém, não deve subir muito devido a um fator fundamental, a concorrência.
No Hawaii, ao contrário de todas as outras locações do mundo, quase todos os surfistas da elite já classificados para o WT 2010 competem. Competem as vezes, pela única oportunidade de surfarem com mais 3 pessoas durante uma bateria inteira, em dois dos picos mais clássicos do mundo. Um ultra-privilégio quando o assunto é Hawaii. Se não bastasse isso, ainda temos uma centena de havaianos especialistas nas condições locais, e que as vezes dedicam uma vida inteira para dominar alguns picos do arquipélago. As vezes, cair em uma bateria com algum havaiano não muito conhecido, pode resultar na pior escovada da carreira, ou o final antecipado do ano.
Desta forma, olhando o histórico destas etapas, e pensando em favoritos, podemos concluir que os pontos distribuidos nestes dois últimos confrontos, serão pulverizados entre vários surfistas que não almejam nada no WT de 2010. Por exemplo: Andy e Bruce Irons, Sunny Garcia, Janie O'Brien, Kai Berger, Pancho Sullivan e outros da nova geração.
Seguindo este raciocínio, a média de corte não deve ultrapassar os 12500 pts.
Sendo assim, vejamos como estão as chances dos brasileiros masi bem colocados do WQS, e o que eles devem alcançar nos dois campeonatos para acessar a primeira divisão do surf mundial:
OBS: Consideramos as duas etapas Pime, com pontuação ao primeiro colocado de 3500pts.
20º colocado WQS 11656 pts - Marco Polo
Para se classificar ao WT do ano que vem (12500 pts), Marco deverá ficar em 17º em Haleiwa e Sunset. Assim, ele troca 1156 e 900 pontos por 1575 e 1575 respectivamente (2 x 17ºlugar), atingindo 12.750 pontos.
23º colocado WQS 11251 pts - Bernardo Miranda Pigmeu.
Para o WT de 2010, o Pig deverá substituir dois resultados de 825 pts, e assim como MPolo, somar um duplo 1575 (2 X 17º lugar), somando ao final 12.651.
24º colocado WQS 11151 pts - Willian Cardoso
2 nonos lugares resolvem a questão para o jovem "power surfer" brasileiro.
Troca 1138 e 1125 por um duplo 1925, finalizando com 12738 pts.
25º colocado WQS 10750 pts - Leo Neves
Leo tem uma parada indigesta pela frente. Ou faz dois quintos, ou dispara um terceiro lugar em Haleiwa, para ficar precisando de "apenas" um nono em Sunset.
Na prática, troca 1300 e 1225 por 2625 e 1925 respectivamente.
33º colocado WQS 9988 pts - Neco Padaratz
Em nossa avaliação, este é o último que pode ser levado como uma fina esperança para 2010. Mas, se tratando de Neco Padaratz, surpresas são sempre possíveis. Troca resultados baixíssimos, dois 625 pts, e tem que substituí-los por dois nonos, 1925 e 1925, fechando o ano com 12.588 pts.
Daqui para baixo do ranking, ainad temos atletas com chances matemáticas, e que podem até vingar com um resultado excelente que surpreenderá a todos. Mas, não é esta nossa expectativa até o momento.
Eu acho que muita coisa é possível por lá...Por exemplo:
Marco Polo entuba bem, e gosta de ondas grandes já não é de hoje. Frequenta o Hawaii faz tempo e tem bagagem para lutar até o fim.
Pigmeu, é tratado com a hospitalidade que poucos haoles podem disfrutar no Hawaii, e tem amigos como Jamie O'Brien que o ajudam muito nos treinos diários. Já fez inclusive nota 10 em Pipeline. Para mim, é caso de muito foco e concentração.
Willian, tem o surfe que os juízes gostam de ver quando o mar sobe. Joga muita água pro alto. É torcer por dias de inspiração, um pouco de sorte com as ondas e fincar o pé na rabeta.
Léo Neves... Pra quem já fez final em Sunset, ficando em segundo, com séries de 12 a 15 pés, num mar em que seu caddie (Guilherme Herdy) ficou na areia... TUDO PODE. Tenho o feeling que bastam boas pranchas e um bom começo, para o local de Saquarema embalar.
Finalmente, Neco Padaratz. Este teve um momento de ascensão meteórica no circuito, abriu os olhos da mídia internacional para seu retorno triunfal, e parece que foi perdendo o gás durante o ano. Na verdade, eu acho que o que falta para o Neco são ondas de qualidade. Espero que no Hawaii elas venham para o catarinense.
Se nada disso for possível, e não ocorrer, 2010 será mais um ano de muita batalha!! Espero que alguns atletas não acordem tarde demais, como aconteceu este ano.
Para finalizar, seguem umas imagens de Setembro de 2009...PIPELINE FIRING!!
Sáude e Paz
Petrus
Faltando duas etapas para o final do circuito WQS, Haleiwa e Sunset, ambas de categoria 6 estrelas Prime a nota de corte para o acesso ao WT 2010 é de 12.138 pontos.
Já que temos estas competições por vir, é natural que esta média suba.
Porém, não deve subir muito devido a um fator fundamental, a concorrência.
No Hawaii, ao contrário de todas as outras locações do mundo, quase todos os surfistas da elite já classificados para o WT 2010 competem. Competem as vezes, pela única oportunidade de surfarem com mais 3 pessoas durante uma bateria inteira, em dois dos picos mais clássicos do mundo. Um ultra-privilégio quando o assunto é Hawaii. Se não bastasse isso, ainda temos uma centena de havaianos especialistas nas condições locais, e que as vezes dedicam uma vida inteira para dominar alguns picos do arquipélago. As vezes, cair em uma bateria com algum havaiano não muito conhecido, pode resultar na pior escovada da carreira, ou o final antecipado do ano.
Desta forma, olhando o histórico destas etapas, e pensando em favoritos, podemos concluir que os pontos distribuidos nestes dois últimos confrontos, serão pulverizados entre vários surfistas que não almejam nada no WT de 2010. Por exemplo: Andy e Bruce Irons, Sunny Garcia, Janie O'Brien, Kai Berger, Pancho Sullivan e outros da nova geração.
Seguindo este raciocínio, a média de corte não deve ultrapassar os 12500 pts.
Sendo assim, vejamos como estão as chances dos brasileiros masi bem colocados do WQS, e o que eles devem alcançar nos dois campeonatos para acessar a primeira divisão do surf mundial:
OBS: Consideramos as duas etapas Pime, com pontuação ao primeiro colocado de 3500pts.
20º colocado WQS 11656 pts - Marco Polo
Para se classificar ao WT do ano que vem (12500 pts), Marco deverá ficar em 17º em Haleiwa e Sunset. Assim, ele troca 1156 e 900 pontos por 1575 e 1575 respectivamente (2 x 17ºlugar), atingindo 12.750 pontos.
23º colocado WQS 11251 pts - Bernardo Miranda Pigmeu.
Para o WT de 2010, o Pig deverá substituir dois resultados de 825 pts, e assim como MPolo, somar um duplo 1575 (2 X 17º lugar), somando ao final 12.651.
24º colocado WQS 11151 pts - Willian Cardoso
2 nonos lugares resolvem a questão para o jovem "power surfer" brasileiro.
Troca 1138 e 1125 por um duplo 1925, finalizando com 12738 pts.
25º colocado WQS 10750 pts - Leo Neves
Leo tem uma parada indigesta pela frente. Ou faz dois quintos, ou dispara um terceiro lugar em Haleiwa, para ficar precisando de "apenas" um nono em Sunset.
Na prática, troca 1300 e 1225 por 2625 e 1925 respectivamente.
33º colocado WQS 9988 pts - Neco Padaratz
Em nossa avaliação, este é o último que pode ser levado como uma fina esperança para 2010. Mas, se tratando de Neco Padaratz, surpresas são sempre possíveis. Troca resultados baixíssimos, dois 625 pts, e tem que substituí-los por dois nonos, 1925 e 1925, fechando o ano com 12.588 pts.
Daqui para baixo do ranking, ainad temos atletas com chances matemáticas, e que podem até vingar com um resultado excelente que surpreenderá a todos. Mas, não é esta nossa expectativa até o momento.
Eu acho que muita coisa é possível por lá...Por exemplo:
Marco Polo entuba bem, e gosta de ondas grandes já não é de hoje. Frequenta o Hawaii faz tempo e tem bagagem para lutar até o fim.
Pigmeu, é tratado com a hospitalidade que poucos haoles podem disfrutar no Hawaii, e tem amigos como Jamie O'Brien que o ajudam muito nos treinos diários. Já fez inclusive nota 10 em Pipeline. Para mim, é caso de muito foco e concentração.
Willian, tem o surfe que os juízes gostam de ver quando o mar sobe. Joga muita água pro alto. É torcer por dias de inspiração, um pouco de sorte com as ondas e fincar o pé na rabeta.
Léo Neves... Pra quem já fez final em Sunset, ficando em segundo, com séries de 12 a 15 pés, num mar em que seu caddie (Guilherme Herdy) ficou na areia... TUDO PODE. Tenho o feeling que bastam boas pranchas e um bom começo, para o local de Saquarema embalar.
Finalmente, Neco Padaratz. Este teve um momento de ascensão meteórica no circuito, abriu os olhos da mídia internacional para seu retorno triunfal, e parece que foi perdendo o gás durante o ano. Na verdade, eu acho que o que falta para o Neco são ondas de qualidade. Espero que no Hawaii elas venham para o catarinense.
Se nada disso for possível, e não ocorrer, 2010 será mais um ano de muita batalha!! Espero que alguns atletas não acordem tarde demais, como aconteceu este ano.
Para finalizar, seguem umas imagens de Setembro de 2009...PIPELINE FIRING!!
Hawaii - Show de tubos em Pipeline from Ricosurf on Vimeo.
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