Pai de Andy Irons, Phil Irons culpa os responsáveis pela etapa de Porto Rico do Circuito Mundial - a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) e a Rip Curl - e funcionários do aeroporto de Dallas pela morte do filho. Segundo ele, os organizadores não poderiam ter autorizado o surfista, com dengue, a voltar para casa. Conta ainda, em entrevista ao “Star Advertiser”, que a companhia aérea, depois de não o permitir embarcar de Dallas para o Havaí, por ele estar em más condições de saúde, o deixou sozinho, sem assistência. O tricampeão mundial acabou se hospedando em um hotel no próprio aeroporto e foi encontrado morto na manhã seguinte, na terça-feira.
- Quando ele foi entrar no avião, estava muito doente e não o deixaram ficar a bordo. Em vez de ligarem para mim ou para a esposa dele ou colocá-lo em um hospital, mandaram-no embora e ele estava sozinho. Ele acabou indo para um hotel e morreu.
Phil reafirmou que o filho estava com dengue e que a liberação de informações sobre drogas encontradas no quarto do seu filho no hotel está manchando a reputação de sua familia.
- Eu não posso explicar a condição dele. Eu só sei que foi tão ruim que ele faleceu. As razões por trás dela serão descobertas.
Andy teria sido picado pelo mosquito da dengue em Portugal, etapa que antecedeu a de Porto Rico. Chegou ao Caribe doente e não chegou a competir. Foi analisado por um médico, que o recomendou a ir a um hospital. O surfista, porém, decidiu voltar para o Havaí.
Horas depois de ele ter sido encontrado morto, autoridades texanas informaram que havia cápsulas de metadona - analgésico com efeito mais forte que o da morfina - no quarto. Os resultados da autópsia devem demorar até 90 dias para ficarem prontos, e a família pode não permitir a divulgação. A metadona também é usada no tratamento a dependentes químicos.
O médico legista que investiga a morte do havaiano, Mike Floyd, disse que nenhuma causa da morte pode ser determinada até a conclusão dos testes.
- Só porque nós achamos as coisas na cena não significa que eles estão relacionados com a morte. Quando os testes de laboratório voltarem, teremos as repostas.
A direção de saúde de Portugal, órgão ligado ao Ministério da Saúde português, informou que não há dengue no país.
- Em Portugal continental não há dengue. Todos os casos identificados são importados - disse Francisco George, diretor do órgão.
Irons era casado desde 2007 com Lyndie Dupuis, que está grávida de oito meses. A criança, cujo nome escolhido pelos pais é Axel, está prevista para nascer em dezembro.
fonte: globo.com
Saúde e Paz
Petrus
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sábado, 6 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Andy Irons - Aos 32 anos, morre um Mito do surf mundial.
Faz mais de uma hora que estou parado na frente ao computador, pensando em como, ou mesmo o que escrever neste momento.
Infelizmente no dia de hoje, o surf perde um de seus maiores artistas de todos os tempos, Andy Irons.
Seguem as notícias mais recentes aqui.
Ficam aqui nossos sentimentos à família do grande surfista havaiano.
Petrus.
Infelizmente no dia de hoje, o surf perde um de seus maiores artistas de todos os tempos, Andy Irons.
Seguem as notícias mais recentes aqui.
Ficam aqui nossos sentimentos à família do grande surfista havaiano.
Petrus.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Ian Cairns avalia o tour
Eu também gosto das análises do Ian Cairns.
Nesta entrevista para o Chris Mauro, o lendário surfista australiano e atual técnico da equipe americana fala muito bem do Jadson André e aposta na vitória de Andy Irons em Jeffreys.
Comentem.
Nesta entrevista para o Chris Mauro, o lendário surfista australiano e atual técnico da equipe americana fala muito bem do Jadson André e aposta na vitória de Andy Irons em Jeffreys.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Surfando no Hawaii
Quem se lembra do filme Surfando no Hawaii?
Não achei as imagens, ainda.
Não consigo lembrar o nome do filme em inglês.
Passava na televisão, Sessão da Tarde.
Occy ainda um moleque, Robie Page era o amigo, Laird Hamilton o vilão.
Menciono o filme para evocar o clima de aventura inocente, o garoto haole testando sua sorte nos campeonatos, vencendo baterias, chegando na final.
No Hawaii.
Final.
Vai sonhando.
Recomeçaram as baterias no Reef Hawaiian Pro, etapa prime do WQS em Haleiwa, North Shore, Oahu.
Pensem num negócio difícil.
Vocês podem assistir ao vivo aqui.
Não tem moleza nenhuma.
Na água agora, 2a bateria do round de 96, Alejo Muniz e Pablo Paulino enfrentando ninguém menos que Bruce Irons.
Bernando Miranda, o Pigmeu, precisa do resultado para se classificar e vai surfar na 13a bateria contra Sunny Garcia, vocês se lembram, aquele violento, mal-encarado gigante havaiano.
Se não me engano, uma vez o Pigmeu perdeu a vaga no WCT exatamente por ter deixado uma onda para o Sunny.
Quem pode culpá-lo?
Neco Padaratz se enrolou com Sunny numa disputa por onda e teve que correr para não apanhar.
Wiggoly Dantas, outro jovem brasileiro brigando por um resultado que pode definir sua carreira, seu futuro como surfista, enfrentará o Andy Irons.
Essa molecada chega lá e tem que enfrentar os caras mais casca grossa que existem, na hora em que estão mais furiosos.
Dêem uma olhada nessa entrevista do Andy Irons para a Stab.
Mostrando apetite, sem dúvida nenhuma.
Se passar por esses dinossauros, você ainda terá que enfrentar a garotada toda da nova geração, desafio que vocês podem dimensionar dando uma olhada neste trailer.
Julguem vocês mesmos.
E por falar em julgamento, eu já estava esquecendo de comentar essa parte do desafio.
A bateria dos dois brasileiros acabou agora.
Resumindo: Pablo Paulino e Alejo Muniz na frente.
No último minuto, Bruce Irons pega uma onda.
Na minhão opinião, tira uma nota quatro, no máximo.
Os juízes dão 6,17.
Ridículo.
Pra completar, ainda dão uma interferência discutível para o Pablo Paulino.
O cearense ainda pega uma última esquerda, acerta um aéreozinho 360, continua na onda manobrando até o final, recebe um 3,20.
Temos que dar valor pra essa molecada.
Nada de Sessão da Tarde para os jovens brazucas do tour.
Não achei as imagens, ainda.
Não consigo lembrar o nome do filme em inglês.
Passava na televisão, Sessão da Tarde.
Occy ainda um moleque, Robie Page era o amigo, Laird Hamilton o vilão.
Menciono o filme para evocar o clima de aventura inocente, o garoto haole testando sua sorte nos campeonatos, vencendo baterias, chegando na final.
No Hawaii.
Final.
Vai sonhando.
Recomeçaram as baterias no Reef Hawaiian Pro, etapa prime do WQS em Haleiwa, North Shore, Oahu.
Pensem num negócio difícil.
Vocês podem assistir ao vivo aqui.
Não tem moleza nenhuma.
Na água agora, 2a bateria do round de 96, Alejo Muniz e Pablo Paulino enfrentando ninguém menos que Bruce Irons.
Bernando Miranda, o Pigmeu, precisa do resultado para se classificar e vai surfar na 13a bateria contra Sunny Garcia, vocês se lembram, aquele violento, mal-encarado gigante havaiano.
Se não me engano, uma vez o Pigmeu perdeu a vaga no WCT exatamente por ter deixado uma onda para o Sunny.
Quem pode culpá-lo?
Neco Padaratz se enrolou com Sunny numa disputa por onda e teve que correr para não apanhar.
Wiggoly Dantas, outro jovem brasileiro brigando por um resultado que pode definir sua carreira, seu futuro como surfista, enfrentará o Andy Irons.
Essa molecada chega lá e tem que enfrentar os caras mais casca grossa que existem, na hora em que estão mais furiosos.
Dêem uma olhada nessa entrevista do Andy Irons para a Stab.
Mostrando apetite, sem dúvida nenhuma.
Se passar por esses dinossauros, você ainda terá que enfrentar a garotada toda da nova geração, desafio que vocês podem dimensionar dando uma olhada neste trailer.
Julguem vocês mesmos.
E por falar em julgamento, eu já estava esquecendo de comentar essa parte do desafio.
A bateria dos dois brasileiros acabou agora.
Resumindo: Pablo Paulino e Alejo Muniz na frente.
No último minuto, Bruce Irons pega uma onda.
Na minhão opinião, tira uma nota quatro, no máximo.
Os juízes dão 6,17.
Ridículo.
Pra completar, ainda dão uma interferência discutível para o Pablo Paulino.
O cearense ainda pega uma última esquerda, acerta um aéreozinho 360, continua na onda manobrando até o final, recebe um 3,20.
Temos que dar valor pra essa molecada.
Nada de Sessão da Tarde para os jovens brazucas do tour.
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