Esse vídeo vem do Belly´s Blog.
O foco, evidentemente, são os atletas da Quiksilver.
Vale a pena ver, só pra lembrar que o Jadson detonou todo mundo.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Jadson no topo do mundo!
Jadson André venceu todo mundo, juízes, patrocinadores, mídia internacional, comentaristas, o nervosismo, a inexperiência, o preconceito, Michel Bourez, Dane Reynolds e Kelly Slater na final.
Nada mal para um garoto de dezenove anos.
Com esse resultado, Jadson já é o 4o do mundo, empatado com Mick Fanning.
Vamos deixar pra lá os comentários preconceituosos, sem noção, do Luke Egan durante as baterias dos brasileiros.
Esquecer que ele praticamente disse que o Jadson não conseguiria surfar bem para a direita (teve que engolir a segunda onda do brasileiro que entrou pra somatória, uma série de batidas verticais de backside do potiguar).
Vamos relevar a atuação dos juízes, que tentaram de todo modo segurar o brasileiro.
Depois dêem uma olhada na onda nota oito do Jadson e comparem com o sete e meio do Kelly, na bateria final.
Até o Luke Egan achou estranho.
Vamos ignorar o desafio do Kelly, na entrevista após a derrota, intimando o brasileiro a mostrar o mesmo surf em Teahupoo e Pipeline.
A hora agora é de celebrar!
Comemorar esse feito histórico!
Nem lembro quando foi a última vez que um estreante ganhou uma etapa no circuito mundial de surf.
Jadson venceu e convenceu.
Viva!!
Nada mal para um garoto de dezenove anos.
Com esse resultado, Jadson já é o 4o do mundo, empatado com Mick Fanning.
Vamos deixar pra lá os comentários preconceituosos, sem noção, do Luke Egan durante as baterias dos brasileiros.
Esquecer que ele praticamente disse que o Jadson não conseguiria surfar bem para a direita (teve que engolir a segunda onda do brasileiro que entrou pra somatória, uma série de batidas verticais de backside do potiguar).
Vamos relevar a atuação dos juízes, que tentaram de todo modo segurar o brasileiro.
Depois dêem uma olhada na onda nota oito do Jadson e comparem com o sete e meio do Kelly, na bateria final.
Até o Luke Egan achou estranho.
Vamos ignorar o desafio do Kelly, na entrevista após a derrota, intimando o brasileiro a mostrar o mesmo surf em Teahupoo e Pipeline.
A hora agora é de celebrar!
Comemorar esse feito histórico!
Nem lembro quando foi a última vez que um estreante ganhou uma etapa no circuito mundial de surf.
Jadson venceu e convenceu.
Viva!!
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Mineirinho foi garfado
Estava demorando.
A 3a bateria do 4o round, Adriano de Souza contra Dane Reynolds, foi mais uma daquelas em que os juízes se empolgaram com o frisson em torno do americano, esquecendo de avaliar com isenção e imparcialidade o que ele realmente produziu nas ondas.
Vejam como estou sendo civilizado.
A verdade mesmo é que o Mineirinho foi roubado.
Foi vergonhoso.
Deram uma nota 8,33 para uma direita do californiano que não tem desculpa, não tem explicação, não tem enrolação que justifique.
O rapaz pegou uma onda intermediária, acertou uma boa (tudo bem, ótima) manobra na primeira seção.
A segunda manobra foi uma rasgada normal.
Na junção ele tirou o pé e deu uma batida que, segundo nosso colaborador Guigo, que acabou de me ligar revoltado, qualquer um de nós consegue acertar num dia bom.
Assistam e vejam se estou enganado.
A onda valia, no máximo, um sete baixo.
Pra comparar, Jadson André só conseguiu notas 8,10 acertando aéreos impressionantes, combinados com rasgadas muito fortes, variando manobras, fazendo o diabo.
Quero deixar claro, e nesta concordo com o Guigo: o Dane Reynolds surfa mais que o Adriano.
Acho que nem o próprio Mineiro tem dúvida disso.
É um fato, o cara é melhor, mais radical, empolgante, moderno, tudo bem.
Só que não é isso que ganha uma bateria.
O cara precisa mostrar isso durante os 30 minutos.
Precisa realizar.
Não foi o que aconteceu.
Pra terminar, alguém devia mandar prender o Luke Egan.
Como é que deixam o cara comentar com tanta imparcialidade, sem noção mesmo, sem respeito, aqui no Brasil?
Ter que assistir ao nosso herói brazuca sendo garfado na cara dura e ainda ter que aguentar as explicações do Luke Egan é pra deixar qualquer um maluco.
Ô raiva.
A 3a bateria do 4o round, Adriano de Souza contra Dane Reynolds, foi mais uma daquelas em que os juízes se empolgaram com o frisson em torno do americano, esquecendo de avaliar com isenção e imparcialidade o que ele realmente produziu nas ondas.
Vejam como estou sendo civilizado.
A verdade mesmo é que o Mineirinho foi roubado.
Foi vergonhoso.
Deram uma nota 8,33 para uma direita do californiano que não tem desculpa, não tem explicação, não tem enrolação que justifique.
O rapaz pegou uma onda intermediária, acertou uma boa (tudo bem, ótima) manobra na primeira seção.
A segunda manobra foi uma rasgada normal.
Na junção ele tirou o pé e deu uma batida que, segundo nosso colaborador Guigo, que acabou de me ligar revoltado, qualquer um de nós consegue acertar num dia bom.
Assistam e vejam se estou enganado.
A onda valia, no máximo, um sete baixo.
Pra comparar, Jadson André só conseguiu notas 8,10 acertando aéreos impressionantes, combinados com rasgadas muito fortes, variando manobras, fazendo o diabo.
Quero deixar claro, e nesta concordo com o Guigo: o Dane Reynolds surfa mais que o Adriano.
Acho que nem o próprio Mineiro tem dúvida disso.
É um fato, o cara é melhor, mais radical, empolgante, moderno, tudo bem.
Só que não é isso que ganha uma bateria.
O cara precisa mostrar isso durante os 30 minutos.
Precisa realizar.
Não foi o que aconteceu.
Pra terminar, alguém devia mandar prender o Luke Egan.
Como é que deixam o cara comentar com tanta imparcialidade, sem noção mesmo, sem respeito, aqui no Brasil?
Ter que assistir ao nosso herói brazuca sendo garfado na cara dura e ainda ter que aguentar as explicações do Luke Egan é pra deixar qualquer um maluco.
Ô raiva.
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Billabong Pro Santa Catarina - Favoritos perdem, Jadson arrebenta
Acaba agora a primeira metade do 4o round da terceira etapa do circuito mundial de surf.
Um show de Jadson André.
A melhor performance do dia.
Hoje, o jovem potiguar entrou definitivamente no radar da mídia internacional.
Impressionou a todos pela qualidade do surf, pela energia, pela forma como ele fez tudo parecer fácil.
Diferentes tipos de aéreos, rasgadas fortes, controladas, com estilo.
Enquanto seu adversário, Luke Munro, não conseguiu nada melhor do que um 6,33, Jadson pegou ondas incríveis, tirando quatro notas acima de oito.
Já garantiu um quinto lugar mas tem grandes chances de avançar para as semis.
Do jeito que está surfando, e considerando que boa parte dos favoritos já foi eliminada (Bede Durbridge, Bobby Martinez,Taj Burrow, Ace Buchan, Kai Otton, Freddy P, só para citar alguns), Jadson pode até vencer o evento.
Amanhã, na primeira bateria das quartas-de-final, Jadson enfrentará Michel Bourez, que hoje eliminou Joel Parkinson.
O garoto vai subir bastante no ranking, deve ficar entre os dez primeiros, e começará a enfrentar surfistas teoricamente mais fáceis nos próximos eventos.
Felizmente, sabemos que diferente de alguns grandes talentos brasileiros que já passaram pelo Tour, Heitor Alves sendo talvez o melhor contra-ponto, Jadson está sendo muito bem orientado.
Tem um futuro brilhante pela frente.
Agora, na água, Dane Reynolds contra Adriano de Souza.
Depois eu conto como foi.
Um show de Jadson André.
A melhor performance do dia.
Hoje, o jovem potiguar entrou definitivamente no radar da mídia internacional.
Impressionou a todos pela qualidade do surf, pela energia, pela forma como ele fez tudo parecer fácil.
Diferentes tipos de aéreos, rasgadas fortes, controladas, com estilo.
Enquanto seu adversário, Luke Munro, não conseguiu nada melhor do que um 6,33, Jadson pegou ondas incríveis, tirando quatro notas acima de oito.
Já garantiu um quinto lugar mas tem grandes chances de avançar para as semis.
Do jeito que está surfando, e considerando que boa parte dos favoritos já foi eliminada (Bede Durbridge, Bobby Martinez,Taj Burrow, Ace Buchan, Kai Otton, Freddy P, só para citar alguns), Jadson pode até vencer o evento.
Amanhã, na primeira bateria das quartas-de-final, Jadson enfrentará Michel Bourez, que hoje eliminou Joel Parkinson.
O garoto vai subir bastante no ranking, deve ficar entre os dez primeiros, e começará a enfrentar surfistas teoricamente mais fáceis nos próximos eventos.
Felizmente, sabemos que diferente de alguns grandes talentos brasileiros que já passaram pelo Tour, Heitor Alves sendo talvez o melhor contra-ponto, Jadson está sendo muito bem orientado.
Tem um futuro brilhante pela frente.
Agora, na água, Dane Reynolds contra Adriano de Souza.
Depois eu conto como foi.
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Billabong Pro Santa Catarina - 3o round está na água
Hoje o dia começa com sol, um leve vento terral e ondas em torno de um metro em Imbituba.
Jadson André está na água agora, dando um verdadeiro show.
Venceu Damien Hobgood, deixando o americano precisando de duas ondas para virar, e vai enfrentar Luke Munro, que eliminou Bobby Martinez na primeira bateria do dia.
Adriano de Souza, daqui a pouco, contra Patrick Gudauskas.
Jadson André está na água agora, dando um verdadeiro show.
Venceu Damien Hobgood, deixando o americano precisando de duas ondas para virar, e vai enfrentar Luke Munro, que eliminou Bobby Martinez na primeira bateria do dia.
Adriano de Souza, daqui a pouco, contra Patrick Gudauskas.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Imagens com mais qualidade
Enquanto os organizadores esperam a entrada de uma nova ondulação, assistam ao vídeo abaixo, retirado do InSurf News.
As imagens são ainda do primeiro dia de competição, mas a qualidade é melhor do que tudo o que está publicado no site oficial.
As imagens são ainda do primeiro dia de competição, mas a qualidade é melhor do que tudo o que está publicado no site oficial.
Insurfnews.com - Brazil Round One Highlights from Andrew Oliver on Vimeo.
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Vídeos à vontade
Hoje, por falta de ondas, o campeonato em Imbituba, Santa Catarina, foi adiado.
Ontem rolou o 2o round, sem maiores surpresas.
A transmissão ao vivo começou muito ruim e só foi piorando até ser interrompida.
Nenhuma surpresa.
Praticamente todos os favoritos venceram suas baterias.
Conforme o esperado.
Jadson venceu, Adriano de Souza venceu, Marco Polo.
Até aí, segue o enterro.
O inesperado, porém, está no setor de vídeos, no site do campeonato.
Surpresa!
Os caras inovaram e colocaram um novo sistema, em que você monta o seu playlist com as ondas que escolher, da bateria que você quiser.
Genial.
Bola dentro total, parabéns para a Billabong pela iniciativa.
Não compensa o vacilo na transmissão, mas é uma boa notícia para os fissurados como nós.
Ontem rolou o 2o round, sem maiores surpresas.
A transmissão ao vivo começou muito ruim e só foi piorando até ser interrompida.
Nenhuma surpresa.
Praticamente todos os favoritos venceram suas baterias.
Conforme o esperado.
Jadson venceu, Adriano de Souza venceu, Marco Polo.
Até aí, segue o enterro.
O inesperado, porém, está no setor de vídeos, no site do campeonato.
Surpresa!
Os caras inovaram e colocaram um novo sistema, em que você monta o seu playlist com as ondas que escolher, da bateria que você quiser.
Genial.
Bola dentro total, parabéns para a Billabong pela iniciativa.
Não compensa o vacilo na transmissão, mas é uma boa notícia para os fissurados como nós.
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sábado, 24 de abril de 2010
Billabong Pro Santa Catarina - Primeiro dia
Terminou o primeiro dia do campeonato em Imbituba, a terceira etapa do circuito mundial.
As ondas não estavam lá essas coisas mas, como o cerco está apertando e só faltam essa e mais duas etapas para que os treze surfistas piores classificados no ranking voltem para o WQS, emoção não faltou.
Dos quinze últimos colocados no ranking, quatro conseguiram vencer suas baterias e já escaparam da 33a colocação: Matt Wilkinson, CJ Hobgood, Tanner Gudauskas e Neco Padaratz.
Neco venceu e convenceu (valeu a minha torcida) na 3a bateria do dia.
Quanto aos derrotados, Jadson vai enfrentar Drew Courtney e Adriano de Souza vai enfrentar Blake Thornton no 2o round.
Nenhum dos dois deverá encontrar grande resistência e eu diria que já podemos contar com três brasileiros no terceiro round em Santa Catarina.
Após a derrota de hoje, Marco Polo tentará, provavelmente amanhã, vencer sua primeira bateria no WT, contra o havaiano Freddy P.
O havaiano tem surfado muito bem e o catarinense vai ter que se superar para deixar de ser motivo de piada no WT.
Os outros três competidores brasileiros vão tentar jogar água no chopp dos melhores surfistas do mundo.
Tânio Barreto enfrenta Taj Burrow, o jovem Ricardo dos Santos surfa contra Mick Fanning e Messias Félix pega Kelly Slater, que hoje perdeu novamente para o Tiago Pires.
O que vocês acham?
Alguma chance de zebra?
Pra mim, o único que tem chance de arrancar alguns scores é o Messias.
Mesmo assim, só vence se o Kelly se afundar e não pegar nada, coisa na qual não aposto um centavo.
Pra não fugir à regra tenho que terminar dizendo que, infelizmente, a transmissão não melhorou nada.
Travando o tempo todo, praticamente sem replay, qualidade péssima.
Vamos torcer para que amanhã a coisa melhore.
O Bocão repete a cobertura do evento para o site da Skol, principal patrocinador do evento.
Ainda não tem nada que interesse por lá.
Assim que aparecer alguma coisa, vocês saberão.
O site oficial do evento publicou o vídeo que colocamos abaixo como sendo os "pontos altos" do primeiro dia de surf na etapa brasileira do circuito mundial.
Ridículo.
O cara que fez a edição, provavelmente, ou não assistiu nada ou não entende de surf.
Cadê os dois aéreos que deram a vitória ao Dane Reynolds?
E o aéreo nota 10 do Joel Parkinson (nota 9,83, na verdade)?
Alguma cena das derrotas de Kelly Slater, Taj Burrow ou Mick Fanning?
Será que o Brasil vai passar vergonha mais uma vez?
E os patrocinadores?
Não aprenderam nada com as críticas dos últimos anos?
Eu entendo que errar é humano.
Mas insistir no erro é burrice.
Assistam e digam-me se estou errado.
As ondas não estavam lá essas coisas mas, como o cerco está apertando e só faltam essa e mais duas etapas para que os treze surfistas piores classificados no ranking voltem para o WQS, emoção não faltou.
Dos quinze últimos colocados no ranking, quatro conseguiram vencer suas baterias e já escaparam da 33a colocação: Matt Wilkinson, CJ Hobgood, Tanner Gudauskas e Neco Padaratz.
Neco venceu e convenceu (valeu a minha torcida) na 3a bateria do dia.
Quanto aos derrotados, Jadson vai enfrentar Drew Courtney e Adriano de Souza vai enfrentar Blake Thornton no 2o round.
Nenhum dos dois deverá encontrar grande resistência e eu diria que já podemos contar com três brasileiros no terceiro round em Santa Catarina.
Após a derrota de hoje, Marco Polo tentará, provavelmente amanhã, vencer sua primeira bateria no WT, contra o havaiano Freddy P.
O havaiano tem surfado muito bem e o catarinense vai ter que se superar para deixar de ser motivo de piada no WT.
Os outros três competidores brasileiros vão tentar jogar água no chopp dos melhores surfistas do mundo.
Tânio Barreto enfrenta Taj Burrow, o jovem Ricardo dos Santos surfa contra Mick Fanning e Messias Félix pega Kelly Slater, que hoje perdeu novamente para o Tiago Pires.
O que vocês acham?
Alguma chance de zebra?
Pra mim, o único que tem chance de arrancar alguns scores é o Messias.
Mesmo assim, só vence se o Kelly se afundar e não pegar nada, coisa na qual não aposto um centavo.
Pra não fugir à regra tenho que terminar dizendo que, infelizmente, a transmissão não melhorou nada.
Travando o tempo todo, praticamente sem replay, qualidade péssima.
Vamos torcer para que amanhã a coisa melhore.
O Bocão repete a cobertura do evento para o site da Skol, principal patrocinador do evento.
Ainda não tem nada que interesse por lá.
Assim que aparecer alguma coisa, vocês saberão.
O site oficial do evento publicou o vídeo que colocamos abaixo como sendo os "pontos altos" do primeiro dia de surf na etapa brasileira do circuito mundial.
Ridículo.
O cara que fez a edição, provavelmente, ou não assistiu nada ou não entende de surf.
Cadê os dois aéreos que deram a vitória ao Dane Reynolds?
E o aéreo nota 10 do Joel Parkinson (nota 9,83, na verdade)?
Alguma cena das derrotas de Kelly Slater, Taj Burrow ou Mick Fanning?
Será que o Brasil vai passar vergonha mais uma vez?
E os patrocinadores?
Não aprenderam nada com as críticas dos últimos anos?
Eu entendo que errar é humano.
Mas insistir no erro é burrice.
Assistam e digam-me se estou errado.
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Billabong Pro Santa Catarina - Bastidores
Enquanto o campeonato não começa, as triagens você já pode ver ao vivo aqui, segue o vídeo com um pouco dos bastidores na visão dos americanos e havaianos.
Andrew Oliver que, junto com o Freddy Pattachia, publica o blog InSurf News está no Brasil, o que é garantia de que teremos bons vídeos além dos vídeos oficiais do campeonato.
Neste primeiro, ondas pequenas e a aventura que é dirigir de Floripa até Imbituba.
Andrew Oliver que, junto com o Freddy Pattachia, publica o blog InSurf News está no Brasil, o que é garantia de que teremos bons vídeos além dos vídeos oficiais do campeonato.
Neste primeiro, ondas pequenas e a aventura que é dirigir de Floripa até Imbituba.
Insurfnews.com - Getting There - Brazil from Andrew Oliver on Vimeo.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Vai começar o Billabong Pro Santa Catarina
Oba!
Adoro campeonato.
No Brasil, então, melhor ainda.
Eu sempre fico torcendo pra que entrem altas ondas, pra que seja um bom espetáculo, com alto nível de surf.
Pra acabar com a marra de alguns gringos.
Se vocês assistirem ao vídeo com entrevistas que foi publicado no Waves, entenderão do que estou falando.
Já começa com o Andy Irons dizendo que o mar está pequeno, fraco, mas que dava pra rolar o campeonato (subestimando as condições que provalvemente vai pegar amanhã).
Segue com o Joel Parkinson já mandando um "I'm here to win".
O Jordy Smith diz que tá uma porcaria e o Jeremy Flores completa com um "Tá igual sempre. A onda não muda, em todos os anos".
Eu gostei mesmo foi da sinceridade no comentário do Jeremy Flores, em bom português:
"Eu tô surfando muito mal esse ano mas tô tentando, né? É o meu trabalho então tenho que melhorar."
O Waves também publicou um vídeo com o Marco Polo falando sobre a dificuldade que está encontrando no tour.
E bota dificuldade nisso.
Na primeira bateria já enfrenta Andy Irons e Bobby Martinez, o primeiro, tri-campeão mundial e o segundo, atual 4o do ranking.
Seria muito bom o Marco realmente desencantar e acertar uma boa bateria, ganhar a primeira num evento em que ele já se deu bem e se juntar ao outro brasileiro no próximo round.
Que brasileiro?
Façam suas apostas.
Neco Padaratz, Jadson André e Adriano de Souza se enfrentam no começo do dia, na 3a bateria.
Vou torcer pro Neco, que é quem mais precisa.
Esse ano a Billabong assumiu o patrocínio e boa parte do planeta ficou satisfeita.
Tenho certeza que a transmissão ao vivo vai ser bem melhor do que no passado.
E não é puxar sardinha para estrangeiro não.
É que pior do que foi é impossível.
Acompanhem a cobertura completa aqui, no True Surfing.
A promessa é de show de surf o dia todo.
Adoro campeonato.
No Brasil, então, melhor ainda.
Eu sempre fico torcendo pra que entrem altas ondas, pra que seja um bom espetáculo, com alto nível de surf.
Pra acabar com a marra de alguns gringos.
Se vocês assistirem ao vídeo com entrevistas que foi publicado no Waves, entenderão do que estou falando.
Já começa com o Andy Irons dizendo que o mar está pequeno, fraco, mas que dava pra rolar o campeonato (subestimando as condições que provalvemente vai pegar amanhã).
Segue com o Joel Parkinson já mandando um "I'm here to win".
O Jordy Smith diz que tá uma porcaria e o Jeremy Flores completa com um "Tá igual sempre. A onda não muda, em todos os anos".
Eu gostei mesmo foi da sinceridade no comentário do Jeremy Flores, em bom português:
"Eu tô surfando muito mal esse ano mas tô tentando, né? É o meu trabalho então tenho que melhorar."
O Waves também publicou um vídeo com o Marco Polo falando sobre a dificuldade que está encontrando no tour.
E bota dificuldade nisso.
Na primeira bateria já enfrenta Andy Irons e Bobby Martinez, o primeiro, tri-campeão mundial e o segundo, atual 4o do ranking.
Seria muito bom o Marco realmente desencantar e acertar uma boa bateria, ganhar a primeira num evento em que ele já se deu bem e se juntar ao outro brasileiro no próximo round.
Que brasileiro?
Façam suas apostas.
Neco Padaratz, Jadson André e Adriano de Souza se enfrentam no começo do dia, na 3a bateria.
Vou torcer pro Neco, que é quem mais precisa.
Esse ano a Billabong assumiu o patrocínio e boa parte do planeta ficou satisfeita.
Tenho certeza que a transmissão ao vivo vai ser bem melhor do que no passado.
E não é puxar sardinha para estrangeiro não.
É que pior do que foi é impossível.
Acompanhem a cobertura completa aqui, no True Surfing.
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