Terminou o Maresia Surf International, na Praia Mole, Santa Catarina.
Etapa seis estrelas do circuito mundial, deu 3 mil pontos para o vencedor, o basco Aritz Aranburu, e 2250 para o 2o colocado, o brasileiro Rodrigo Dornelles.
Não postamos nada antes aqui pra não desviar a atenção do belo texto do Petrus.
As ondas estiveram difícies durante todo o campeonato.
A molecada fez bonito, com Gabriel Medina e Caio Ibelli chegando nas semi-finais.
Imagens vocês encontram aqui.
Não vamos comentar a qualidade dos vídeos e da transmissão porque vocês já devem imaginar como é que foi o nível.
De minha parte, só vou comentar a transmissão de eventos no Brasil se for pra elogiar, quando e se alguém fizer algo que realmente preste.
Não foi o caso.
A boa notícia é que, no ranking unificado, entre os 32 surfistas melhores colocados, apenas cinco não são surfistas do WT: Heitor Alves, Raoni Monteiro, Wiggolly Dantas, Alejo Muniz, Willian Cardoso e Gabe Kling.
Ainda temos seis eventos Prime pela frente e mais de dez eventos seis estrelas.
Muita coisa pode mudar.
Mas não deixa de ser um bom começo.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Termina o Maresia Surf International - Brasileiros bem colocados no ranking unificado
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
45 do segundo tempo. E agora?
Amanhã inciam-se as quartas-de-final do O´Neill World Cup of Surfing, segunda jóia da Tríplice Coroa Havaiana.
O francês Joan Duru, mesmo perdendo sua bateria, e o americano Tanner Gudauskas já garantiram seus lugares no WCT em 2010.
Tanner teve seu caminho facilitado ao cair na bateria com seus dois irmãos Patrick e Dane mas mesmo assim surfou muito e mereceu a vitória.
Isso significa que os brasileiros Rodrigo Dornelles e Bernardo Miranda estão definitivamente fora.
Marco Polo ainda tem esperanças, mas isso pode durar pouco.
O havaiano Dusty Payne só precisa terminar sua próxima bateria em 3o para se classificar.
Será a primeira bateria das quartas-de-final, contra os surfistas do WCT Kekoa Bacalso, Jihad Khodr e Daniel Ross.
E é praticamente isso.
O irlandês Glen Hall e Jarrad Howse ainta tem chances remotas (precisando terminar o campeonate em Sunset em 5o e 1o, respectivamente).
Parece que teremos apenas dois brasileiros no WCT no ano que vem.
O francês Joan Duru, mesmo perdendo sua bateria, e o americano Tanner Gudauskas já garantiram seus lugares no WCT em 2010.
Tanner teve seu caminho facilitado ao cair na bateria com seus dois irmãos Patrick e Dane mas mesmo assim surfou muito e mereceu a vitória.
Isso significa que os brasileiros Rodrigo Dornelles e Bernardo Miranda estão definitivamente fora.
Marco Polo ainda tem esperanças, mas isso pode durar pouco.
O havaiano Dusty Payne só precisa terminar sua próxima bateria em 3o para se classificar.
Será a primeira bateria das quartas-de-final, contra os surfistas do WCT Kekoa Bacalso, Jihad Khodr e Daniel Ross.
E é praticamente isso.
O irlandês Glen Hall e Jarrad Howse ainta tem chances remotas (precisando terminar o campeonate em Sunset em 5o e 1o, respectivamente).
Parece que teremos apenas dois brasileiros no WCT no ano que vem.
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E o Hawaii vem salvar o ano
Quem acompanhou o circuito mundial de surf aqui no True Surfing sabe que esse ano foi muito fraco de onda, poucos eventos com ondas de qualidade.
O Hawaii veio colocar essa afirmação embaixo de paredes gigantes de água.
Sunset está acima de qualquer expectativa.
Ondas de 15, 18 talvez 20 pés.
Se já estava difícil para os nossos jovens heróis, imaginem agora.
Rodrigo Dornelles ficou em terceiro em sua bateria e perdeu a chance de somar mais pontos.
Termina o ano com 12.206 pontos e talvez fique de fora do WCT 2010.
Alejo Muniz passou em segundo nesta bateria, praticamente pegando apenas uma onda, fantástica, em que conseguiu uma nota 8.67.
Na primeira bateria do round de 32, Bernardo Miranda, o Pigmeu, surfou muito bem.
Vencia a sua bateria até os últimos minutos.
Em questão de instantes, viu o havaiano Kekoa Bakalso pegar um tubo e o irlandês Glenn Hall acertar duas manobras muito fortes, e terminou em terceiro.
Willian Cardoso terminou em quarto e também está fora da briga por uma vaga.
É impressionante como o futuro, a carreira, a vida de um surfista profissional pode mudar em poucos segundos.
Com esse resultado, Pigmeu termina o ano com 12.301 pontos, ultrapassa o Rodrigo Dornelles e é mais um que ficará torcendo pela derrota dos seus concorrentes diretos.
Triste.
Se tivesse passado a bateria, garantiria sua vaga no circuito principal no ano que vem.
Ainda torcemos, mas que ficou mais difícil ficou.
Agora, o destaque especial do dia vai para o australiano Adrian Buchan.
Falo mais sobre ele no próximo post, mas já adianto:
Esse aí ainda vai ser campeão mundial.
O Hawaii veio colocar essa afirmação embaixo de paredes gigantes de água.
Sunset está acima de qualquer expectativa.
Ondas de 15, 18 talvez 20 pés.
Se já estava difícil para os nossos jovens heróis, imaginem agora.
Rodrigo Dornelles ficou em terceiro em sua bateria e perdeu a chance de somar mais pontos.
Termina o ano com 12.206 pontos e talvez fique de fora do WCT 2010.
Alejo Muniz passou em segundo nesta bateria, praticamente pegando apenas uma onda, fantástica, em que conseguiu uma nota 8.67.
Na primeira bateria do round de 32, Bernardo Miranda, o Pigmeu, surfou muito bem.
Vencia a sua bateria até os últimos minutos.
Em questão de instantes, viu o havaiano Kekoa Bakalso pegar um tubo e o irlandês Glenn Hall acertar duas manobras muito fortes, e terminou em terceiro.
Willian Cardoso terminou em quarto e também está fora da briga por uma vaga.
É impressionante como o futuro, a carreira, a vida de um surfista profissional pode mudar em poucos segundos.
Com esse resultado, Pigmeu termina o ano com 12.301 pontos, ultrapassa o Rodrigo Dornelles e é mais um que ficará torcendo pela derrota dos seus concorrentes diretos.
Triste.
Se tivesse passado a bateria, garantiria sua vaga no circuito principal no ano que vem.
Ainda torcemos, mas que ficou mais difícil ficou.
Agora, o destaque especial do dia vai para o australiano Adrian Buchan.
Falo mais sobre ele no próximo post, mas já adianto:
Esse aí ainda vai ser campeão mundial.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Terminou a primeira jóia da coroa, e será pouca a renovação
Terminou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, etapa seis estrelas do WQS, primeira jóia da Tríplice Coroa Havaiana, com a vitória do local Joel Centeio.
O rapaz mereceu, pegou as melhores, pegou um belo tubo na final e acertou manobras muito fortes durante todo o campeonato.
Há quem diga que ele foi um dos beneficiados na bateria em que seguraram as notas do Miguel Pupo.
De qualquer modo, a fatura está encerrada e foi com muito surf de qualidade que isto aconteceu.
Além das ondas, que vocês podem conferir no post anterior, no resumo do 12o dia, podemos aproveitar e conferir a movimentação no ranking.
Que surf estaremos assistindo no ano que vem?
Faltando ainda a última etapa do circuito de acesso em Sunset, que deve começar na 4a feira com ondas entre 15 e 20 pés, eu diria que o quadro de surfistas se classificando via WQS não é dos mais animadores.
Tirando os cinco talentos da nova geração (o brasileiro Jadson André, os americanos Brett Simpson e Pat Gudauskas e os australianos Owen Right e Matt Wilkinson), não há muito para nos dar esperança de grandes espetáculos.
Quatro ex-WCT, (Daniel Ross, Luke Munro, Travis Logie e Rodrigo Dornelles) os quatro com um surf das antigas.
Dois surfistas medianos do WCT se reclassificando via WQS (Jay Thompson e Drew Courtney, este último ainda com chances de se garantir via WCT).
Dos outros, pouco conhecidos, eu destacaria apenas o Adam Melling, que andou muito bem nesta etapa.
Marco Polo conseguiu cumprir metade da missão, chegando em 3o na fase de 32, e foi o único surfista que entrou na zona de classificação depois dessa etapa.
Dornelles e Pigmeu estão no limite.
Dornelles praticamente não ganhou pontos e por isso cairá algumas posições.
Pigmeu terminou em 4o no round de 32 e continua dependendo de Sunset, com a vantagem de trocar 875 pontos.
Vamos torcer por eles, mesmo sabendo que os dois não são exatamente os expoentes do surf mais agressivo do mundo.
A nova geração brasileira ainda terá que comer muito arroz com feijão pra entrar de verdade nessa briga.
O rapaz mereceu, pegou as melhores, pegou um belo tubo na final e acertou manobras muito fortes durante todo o campeonato.
Há quem diga que ele foi um dos beneficiados na bateria em que seguraram as notas do Miguel Pupo.
De qualquer modo, a fatura está encerrada e foi com muito surf de qualidade que isto aconteceu.
Além das ondas, que vocês podem conferir no post anterior, no resumo do 12o dia, podemos aproveitar e conferir a movimentação no ranking.
Que surf estaremos assistindo no ano que vem?
Faltando ainda a última etapa do circuito de acesso em Sunset, que deve começar na 4a feira com ondas entre 15 e 20 pés, eu diria que o quadro de surfistas se classificando via WQS não é dos mais animadores.
Tirando os cinco talentos da nova geração (o brasileiro Jadson André, os americanos Brett Simpson e Pat Gudauskas e os australianos Owen Right e Matt Wilkinson), não há muito para nos dar esperança de grandes espetáculos.
Quatro ex-WCT, (Daniel Ross, Luke Munro, Travis Logie e Rodrigo Dornelles) os quatro com um surf das antigas.
Dois surfistas medianos do WCT se reclassificando via WQS (Jay Thompson e Drew Courtney, este último ainda com chances de se garantir via WCT).
Dos outros, pouco conhecidos, eu destacaria apenas o Adam Melling, que andou muito bem nesta etapa.
Marco Polo conseguiu cumprir metade da missão, chegando em 3o na fase de 32, e foi o único surfista que entrou na zona de classificação depois dessa etapa.
Dornelles e Pigmeu estão no limite.
Dornelles praticamente não ganhou pontos e por isso cairá algumas posições.
Pigmeu terminou em 4o no round de 32 e continua dependendo de Sunset, com a vantagem de trocar 875 pontos.
Vamos torcer por eles, mesmo sabendo que os dois não são exatamente os expoentes do surf mais agressivo do mundo.
A nova geração brasileira ainda terá que comer muito arroz com feijão pra entrar de verdade nessa briga.
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Competição é muito surf
Existem muitos surfistas, inclusive leitores desse blog, com críticas e as vezes até aversão ao surf como competição.
Não o consideram uma manifestação verdadeira do "espírito surf", dizem que "não tem alma", "é só pelo dinheiro", "não tem onda", "é monótono", e segue por aí a choradeira.
Contra fatos, não há argumentos.
Recomeçou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, penúltima etapa do WQS em 2009.
Pra vocês terem um idéia, o vídeo com os melhores momentos, que postamos abaixo, demora oito minutos.
De tanto bom momento que aconteceu.
Haleiwa é uma onda bem pesada, muito volume de água, tem aquele inside, apelidado de Toilet Bowl, totalmente imprevisível.
É uma onda que pede uma alta performance.
E é isso que vocês vão assistir neste longo vídeo.
Aula de rasgadas, de curvas em lugares impossíveis da onda, alguns tubos, show de surf.
Para quem quiser ganhar tempo, o mar começa a melhorar mesmo no minuto 03:35, com o tubo nota 9,87 do Joel Parkinson.
Inexplicavelmente, ficou faltando, na edição, as ondas do Pancho Sullivan, com seus cutbacks impressionantes.
Dos nossos heróis, Pigmeu e Marco Polo ainda estão na briga.
Rodrigo Dornelles não passou, mas pegou uma onda boa, que aparece numa sequência bacana do vídeo dos highlights deste 11o dia.
Começa no minuto 06:38, com uma onda muito forte do Ace Buchan, de camisa vermelha e de costas para a onda, dando duas rasgadas maravilhosas, o pé da frente saindo da prancha no final da manobra e ele conseguindo se recuperar.
Depois vem o Pigmeu, de azul, numa ondinha que lhe rendeu um 6,67.
Na sequência a onda do Dornelles, de branco, pegando uma bomba que terminou numa avalanche de espuma.
No próximo post faço uma avaliação da performance dos brasileiros.
Por enquanto curtam as imagens.
É muito surf.
Não o consideram uma manifestação verdadeira do "espírito surf", dizem que "não tem alma", "é só pelo dinheiro", "não tem onda", "é monótono", e segue por aí a choradeira.
Contra fatos, não há argumentos.
Recomeçou o campeonato em Haleiwa, Hawaii, penúltima etapa do WQS em 2009.
Pra vocês terem um idéia, o vídeo com os melhores momentos, que postamos abaixo, demora oito minutos.
De tanto bom momento que aconteceu.
Haleiwa é uma onda bem pesada, muito volume de água, tem aquele inside, apelidado de Toilet Bowl, totalmente imprevisível.
É uma onda que pede uma alta performance.
E é isso que vocês vão assistir neste longo vídeo.
Aula de rasgadas, de curvas em lugares impossíveis da onda, alguns tubos, show de surf.
Para quem quiser ganhar tempo, o mar começa a melhorar mesmo no minuto 03:35, com o tubo nota 9,87 do Joel Parkinson.
Inexplicavelmente, ficou faltando, na edição, as ondas do Pancho Sullivan, com seus cutbacks impressionantes.
Dos nossos heróis, Pigmeu e Marco Polo ainda estão na briga.
Rodrigo Dornelles não passou, mas pegou uma onda boa, que aparece numa sequência bacana do vídeo dos highlights deste 11o dia.
Começa no minuto 06:38, com uma onda muito forte do Ace Buchan, de camisa vermelha e de costas para a onda, dando duas rasgadas maravilhosas, o pé da frente saindo da prancha no final da manobra e ele conseguindo se recuperar.
Depois vem o Pigmeu, de azul, numa ondinha que lhe rendeu um 6,67.
Na sequência a onda do Dornelles, de branco, pegando uma bomba que terminou numa avalanche de espuma.
No próximo post faço uma avaliação da performance dos brasileiros.
Por enquanto curtam as imagens.
É muito surf.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Aposta: três mosqueteiros, versão 2010.
Terminaram mais duas etapas seis estrelas do WQS: em Santa Cruz, California e Lanzarote, nas Canárias.
Altas ondas rolaram nos dois campeonatos.
Confiram o vídeo do campeonato em Steamer Lane, aqui, e a final do evento na Canárias, neste link.
Restam somente mais duas etapas no Hawaii: Haleiwa e Sunset.
Haleiwa começa nesta próxima quinta-feira.
E como estão os brasileiros?
Jadson André já está classificado desde o meio do ano, esse nem conta.
Eu diria que não tem chance de se tornar campeão do WQS.
Lembro bem da performance do Daniel Ross, atual líder do ranking da divisão de acessso em Haleiwa no ano em que este conseguiu sua classificação.
Aposto no título para o australiano, marcando sua volta ao WCT.
Rodrigo Dornelles mostrou consistência, está em 12o, e tem surf para se dar bem no Hawaii.
Aposto na classificação e confesso que ficarei feliz por ele, sem dúvida um batalhador.
Já disse isso há dois meses atrás.
Pelos meus cálculos, serão os únicos brasileiros classificados.
Marco Polo é o terceiro brasileiro melhor classificado, está em 20o e tem um resultado baixo na somatória.
Mesmo assim, eu acho que não consegue.
Os outros com chance são Pigmeu, Willian Cardoso e Leo Neves.
Os três andam bem no Hawaii, só que a concorrência é muito grande e eles precisam passar pelo menos até as quartas-de-final.
Se algum deles conseguir, pode ser considerado um herói.
Quem está em melhor posição é o Pigmeu, que tem chance de trocar dois resultados na somatória, é o único nessa posição entre os trinta primeiros do ranking.
Resumindo, ou os brasileiros conseguem performances históricas no Hawaii, Heitor Alves aí incluído, ou teremos apenas três mosqueteiros brazucas no WCT em 2010.
Altas ondas rolaram nos dois campeonatos.
Confiram o vídeo do campeonato em Steamer Lane, aqui, e a final do evento na Canárias, neste link.
Restam somente mais duas etapas no Hawaii: Haleiwa e Sunset.
Haleiwa começa nesta próxima quinta-feira.
E como estão os brasileiros?
Jadson André já está classificado desde o meio do ano, esse nem conta.
Eu diria que não tem chance de se tornar campeão do WQS.
Lembro bem da performance do Daniel Ross, atual líder do ranking da divisão de acessso em Haleiwa no ano em que este conseguiu sua classificação.
Aposto no título para o australiano, marcando sua volta ao WCT.
Rodrigo Dornelles mostrou consistência, está em 12o, e tem surf para se dar bem no Hawaii.
Aposto na classificação e confesso que ficarei feliz por ele, sem dúvida um batalhador.
Já disse isso há dois meses atrás.
Pelos meus cálculos, serão os únicos brasileiros classificados.
Marco Polo é o terceiro brasileiro melhor classificado, está em 20o e tem um resultado baixo na somatória.
Mesmo assim, eu acho que não consegue.
Os outros com chance são Pigmeu, Willian Cardoso e Leo Neves.
Os três andam bem no Hawaii, só que a concorrência é muito grande e eles precisam passar pelo menos até as quartas-de-final.
Se algum deles conseguir, pode ser considerado um herói.
Quem está em melhor posição é o Pigmeu, que tem chance de trocar dois resultados na somatória, é o único nessa posição entre os trinta primeiros do ranking.
Resumindo, ou os brasileiros conseguem performances históricas no Hawaii, Heitor Alves aí incluído, ou teremos apenas três mosqueteiros brazucas no WCT em 2010.
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domingo, 13 de setembro de 2009
De volta ! ! WCT, Rodrigo Dornelles ... e eu
De volta!
É isso ai.
Quarenta dias afastado do blog.
Senti falta de vocês.
Agradeço ao Petrus que segurou a onda enquanto eu estava fora e aos amigos que continuam enviando dicas de sites e vídeos.
Vocês devem concordar que, durante este tempo, imagens alucinantes não faltaram aqui no Truesurfing.
Obrigado, Petrus.
De volta também está o WCT.
Começou o Hurley Pro, etapa americana do WCT, direto de Lower Trestles.
Vocês sentiram falta do WCT?
Eu confessso que já estava até esquecendo que existia o surf profissional.
O WQS não estava me empolgando muito.
A performance brasileira vai de mal a pior, apesar da presença do Jadson André no topo do ranking, agora inclusive garantido no WCT do ano que vem.
É claro que minhas expectativas eram muito mais altas.
Cadê o resto da molecada? Cadê os tops nacionais?
Cadê o Wiggoly Dantas, que quase se classificou no ano passado.
Cadê o Jean da Silva, que tem ficado entre os 30 do WQS nos últimos três ou quatro anos, se não me engano.
Raoni Monteiro? Leo Neves?
Pablo Paulino?
A maioria destes atletas tem somado resultados medianos ao longo do campeonato, está todo mundo embolado entre a 25a e a 35a colocação.
(Só para lembrar, classificam-se para o WCT do ano que vem, os 15 primeiros colocados do ranking do WQS.)
Só que de volta também está a emoção no circuito de classificação para o WCT.
E graças a dois surfistas brasileiros que vieram voando abaixo do radar da grande mídia.
Dois surfistas com histórias e em momentos bem diferentes e com um surf que eu admiro.
Willian Cardoso e Rodrigo Dornelles.
O primeiro tem um surf muito forte, com uma linha até antiga, "old style", mas coloca muita força na rabeta e joga bastante àgua para cima.
Quem quiser conferir, dá uma olhada no vídeozinho abaixo, especialmente a partir do primeiro minuto, quando começa a session no Hawaii (o que é essa manobra aos 01:42 ?!?).
E o que falar do Rodrigo Dornelles?
Você pode achar que o surf dele é antigo demais, mas quem o viu surfando em Sunset no ano passado, 12 a 15 pés, sabe que surf e disposição não faltam para esse gaúcho.
(infelizmente não consegui achar essas imagens no canal da ASP no Youtube.
Para mim ele é um exemplo de determinação e garra, e tem uma das linhas de surf mais clássicas do Brasil.
Embora a classificação esteja mais difícil para o Dornelles, torcerei por ele.
Ainda temos pela frente três eventos seis estrelas e mais quatro eventos prime até o fim do ano.
A emoção, definitivamente está de volta.
É isso ai.
Quarenta dias afastado do blog.
Senti falta de vocês.
Agradeço ao Petrus que segurou a onda enquanto eu estava fora e aos amigos que continuam enviando dicas de sites e vídeos.
Vocês devem concordar que, durante este tempo, imagens alucinantes não faltaram aqui no Truesurfing.
Obrigado, Petrus.
De volta também está o WCT.
Começou o Hurley Pro, etapa americana do WCT, direto de Lower Trestles.
Vocês sentiram falta do WCT?
Eu confessso que já estava até esquecendo que existia o surf profissional.
O WQS não estava me empolgando muito.
A performance brasileira vai de mal a pior, apesar da presença do Jadson André no topo do ranking, agora inclusive garantido no WCT do ano que vem.
É claro que minhas expectativas eram muito mais altas.
Cadê o resto da molecada? Cadê os tops nacionais?
Cadê o Wiggoly Dantas, que quase se classificou no ano passado.
Cadê o Jean da Silva, que tem ficado entre os 30 do WQS nos últimos três ou quatro anos, se não me engano.
Raoni Monteiro? Leo Neves?
Pablo Paulino?
A maioria destes atletas tem somado resultados medianos ao longo do campeonato, está todo mundo embolado entre a 25a e a 35a colocação.
(Só para lembrar, classificam-se para o WCT do ano que vem, os 15 primeiros colocados do ranking do WQS.)
Só que de volta também está a emoção no circuito de classificação para o WCT.
E graças a dois surfistas brasileiros que vieram voando abaixo do radar da grande mídia.
Dois surfistas com histórias e em momentos bem diferentes e com um surf que eu admiro.
Willian Cardoso e Rodrigo Dornelles.
O primeiro tem um surf muito forte, com uma linha até antiga, "old style", mas coloca muita força na rabeta e joga bastante àgua para cima.
Quem quiser conferir, dá uma olhada no vídeozinho abaixo, especialmente a partir do primeiro minuto, quando começa a session no Hawaii (o que é essa manobra aos 01:42 ?!?).
E o que falar do Rodrigo Dornelles?
Você pode achar que o surf dele é antigo demais, mas quem o viu surfando em Sunset no ano passado, 12 a 15 pés, sabe que surf e disposição não faltam para esse gaúcho.
(infelizmente não consegui achar essas imagens no canal da ASP no Youtube.
Para mim ele é um exemplo de determinação e garra, e tem uma das linhas de surf mais clássicas do Brasil.
Embora a classificação esteja mais difícil para o Dornelles, torcerei por ele.
Ainda temos pela frente três eventos seis estrelas e mais quatro eventos prime até o fim do ano.
A emoção, definitivamente está de volta.
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