Pois é, queridos leitores.
O blog quase foi pra ponte que partiu, depois de três meses inativo.
Andy morreu, Kelly venceu (e convenceu) terminou o primeiro WT no novo formato, temos novos brasileiros no tour, enfim, muita coisa aconteceu enquanto nós aqui do True Surfing estivemos fora do ar.
Águas passadas.
Agora é olhar pra frente e caprichar na nova fase, pra retomar nosso lugar entre os sites favoritos de vocês.
A conexão Australia já começa com boas imagens das minhas férias na Gold Coast.
É isso aí pessoal, enquanto vocês entravam aqui e nos xingavam ao não encontrar o blog atualizado estávamos "repensando a vida" em Snapper Rocks e D´Bah.
Seguem algumas imagens dos últimos dias que passamos por lá, desfrutando da hospitalidade de grandes e queridos amigos.
E pra provar que nem tudo é brincadeira aqui no True Surfing, vamos hoje até Narrabeen assistir ao mundial Pro Junior e trazer tudo o que acontecer por lá com exclusividade pra vocês.
Nossos pequenos heróis brazucas estão na briga por mais um título mundial (já temos quatro) com destaque para Miguel Pupo, que no primeiro dia conseguiu a melhor pontuação e a melhor nota.
Segue o vídeo com os melhores momentos do primeiro round dos meninos.
Vocês podem acompanhar tudo ao vivo aqui.
Mostrando postagens com marcador australia. Mostrar todas as postagens
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domingo, 9 de janeiro de 2011
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Eu fiquei impressionado - Ry Craike no oeste australiano.
Já colocamos aqui algumas imagens do Ry Craike surfando no oeste australiano e pegando bons tubos em Padang Padang.
Nos dois casos, as imagens impressionam pela qualidade das ondas.
Pois nesse vídeo, que colocamos abaixo, o que mais impressiona não é nem a qualidade nem o tamanho das morras.
É a quantidade de gente na água.
Ondas cabulosas, na remada, água fria, tubarões, e tem o maior crowd.
Caramba!
Nos dois casos, as imagens impressionam pela qualidade das ondas.
Pois nesse vídeo, que colocamos abaixo, o que mais impressiona não é nem a qualidade nem o tamanho das morras.
É a quantidade de gente na água.
Ondas cabulosas, na remada, água fria, tubarões, e tem o maior crowd.
Caramba!
Tombstones 2010 from Tom Jennings on Vimeo.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Guigi é TOP 5
Enquanto o segundo evento do WT não recomeça em Bells Beach, Austrália, por falta de ondas, aproveito o fim de mais uma etapa importante do WQS para fazer uma primeira análise do sistema de ranking unificado.
Quem não tiver paciência para os números, pode ir direto para o final e curtir as boas imagens das finais na Tasmânia.
O ubatubense Wiggolly Dantas foi o vice-campeão do primeiro evento da série O´Neill Cold Water Classic e assumiu o 5o lugar no ranking, com pouco mais de 7500 pontos.
Tem que aproveitar o momento, porque vai durar pouco.
Estou começando a achar que esse ranking unificado, ao invés de facilitar a renovação, vai é consolidar cada vez mais o lugar dos mesmos surfistas de sempre no circuito.
Explico:
A diferença entre a pontuação dos eventos do WQS e do WT é muito grande.
Quem quiser relembrar como são as regras, pode rever a explicação do Diego Alpendre.
Pra resumir, ao final da 5a etapa do WT, Teahupoo, os 12 últimos colocados do ranking principal voltam para o WQS e é o circuito unificado que vai decidir quem vai para o WT no ano que vem.
Em 2011, ficam os 22 primeiros do ranking principal e os dez primeiros do WQS.
Só que quem correu essas cinco primeiras etapas do WT já entra com uma vantagem enorme.
Se o cara terminar em 17o nos primeiros cinco campeonatos do ano (ou seja, ganhar uma bateria por evento) já garante 8500 pontos no ranking unificado.
Se esse mesmo surfista chegar nas quartas-de-final, em pelo menos uma das etapas, já somará 12250 pontos, quase o equivalente a duas vitórias em eventos seis estrelas Prime.
Ficará na frente de alguém que tenha vencido quatro campeonatos seis estrelas, por exemplo.
Já adianto, vencer quatro etapas seis estrelas é praticamente impossível.
Vencer um seis estrelas Prime, então...
Para vocês terem uma idéia do tamanho do desafio para a molecada brasileira, só existem nove eventos seis estrelas Prime no ano, dois já aconteceram e foram vencidos por surfistas mais do que manjados, C.J. Hobgood e o ex-WCT Josh Kerr.
Outros dois são parte da Tríplice Coroa Havaiana, Haleiwa e Sunset.
Em disputa mesmo, sobraram apenas cinco e três destes são na Califórnia, campeonatos super prestigiados, que sempre contam com maciça partipação dos melhores surfistas do mundo.
Não vai ser moleza.
De todo modo, como o importante é competir, até agora tem sido bacana acompanhar a participação dos brasileiros e sul-americanos nos eventos do WQS mesmo.
Vamos ver como a coisa evolui.
Quanto ao O´Neill Cold Water Classic, além do vídeo das finais, destaco a bateria entre Jordy Smith e Marco Giorgi.
Além de assistir à vitória do valente uruguaio, que terminou o campeonato em terceiro, vocês vão ver uma cena incrível, inédita talvez, do Jordy quebrando a prancha.
Não que o Jordy não quebre prancha.
Tem quebrado até com relativa frequência.
Nesse ano é a segunda vez que eu vejo ele quebrar prancha em bateria.
O patrocinador que fornece prancha pra ele deve até estar ficando preocupado com sua imagem.
Mas deste jeito, eu nunca tinha visto.
As imagens vocês vão encontrar no site do campeonato (no Heats on Demand, a primeira bateria do round de 16) ou no canal da ASP no Youtube.
Quem não tiver paciência para os números, pode ir direto para o final e curtir as boas imagens das finais na Tasmânia.
O ubatubense Wiggolly Dantas foi o vice-campeão do primeiro evento da série O´Neill Cold Water Classic e assumiu o 5o lugar no ranking, com pouco mais de 7500 pontos.
Tem que aproveitar o momento, porque vai durar pouco.
Estou começando a achar que esse ranking unificado, ao invés de facilitar a renovação, vai é consolidar cada vez mais o lugar dos mesmos surfistas de sempre no circuito.
Explico:
A diferença entre a pontuação dos eventos do WQS e do WT é muito grande.
Quem quiser relembrar como são as regras, pode rever a explicação do Diego Alpendre.
Pra resumir, ao final da 5a etapa do WT, Teahupoo, os 12 últimos colocados do ranking principal voltam para o WQS e é o circuito unificado que vai decidir quem vai para o WT no ano que vem.
Em 2011, ficam os 22 primeiros do ranking principal e os dez primeiros do WQS.
Só que quem correu essas cinco primeiras etapas do WT já entra com uma vantagem enorme.
Se o cara terminar em 17o nos primeiros cinco campeonatos do ano (ou seja, ganhar uma bateria por evento) já garante 8500 pontos no ranking unificado.
Se esse mesmo surfista chegar nas quartas-de-final, em pelo menos uma das etapas, já somará 12250 pontos, quase o equivalente a duas vitórias em eventos seis estrelas Prime.
Ficará na frente de alguém que tenha vencido quatro campeonatos seis estrelas, por exemplo.
Já adianto, vencer quatro etapas seis estrelas é praticamente impossível.
Vencer um seis estrelas Prime, então...
Para vocês terem uma idéia do tamanho do desafio para a molecada brasileira, só existem nove eventos seis estrelas Prime no ano, dois já aconteceram e foram vencidos por surfistas mais do que manjados, C.J. Hobgood e o ex-WCT Josh Kerr.
Outros dois são parte da Tríplice Coroa Havaiana, Haleiwa e Sunset.
Em disputa mesmo, sobraram apenas cinco e três destes são na Califórnia, campeonatos super prestigiados, que sempre contam com maciça partipação dos melhores surfistas do mundo.
Não vai ser moleza.
De todo modo, como o importante é competir, até agora tem sido bacana acompanhar a participação dos brasileiros e sul-americanos nos eventos do WQS mesmo.
Vamos ver como a coisa evolui.
Quanto ao O´Neill Cold Water Classic, além do vídeo das finais, destaco a bateria entre Jordy Smith e Marco Giorgi.
Além de assistir à vitória do valente uruguaio, que terminou o campeonato em terceiro, vocês vão ver uma cena incrível, inédita talvez, do Jordy quebrando a prancha.
Não que o Jordy não quebre prancha.
Tem quebrado até com relativa frequência.
Nesse ano é a segunda vez que eu vejo ele quebrar prancha em bateria.
O patrocinador que fornece prancha pra ele deve até estar ficando preocupado com sua imagem.
Mas deste jeito, eu nunca tinha visto.
As imagens vocês vão encontrar no site do campeonato (no Heats on Demand, a primeira bateria do round de 16) ou no canal da ASP no Youtube.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Finalmente retornamos!
Boa noite.
Após diversos problemas técnicos, que incluem uma mão imobilizada por conta de uma jogo de volei, conexões, viagens e etc... Retornamos a postar com força total.
Peço desculpas pela ausência temporária a todos os leitores.
Esta ausência pode ser também, fruto de muito desânimo causado por uma longa análise do WQS, e as reais possibilidades de classificação de brasileiros pro World Tour de 2010. Aliado a isso, essa história de circuito paralelo criada por Kelly Slater...
Mas estes temas, são o combustível de uma matéria maior que colocaremos no ar ao longo desta semana.
Enquanto isso, utilizaremos a política de: menos palavras e mais imagens.
Se você se considera casca grossa de verdade, veja este vídeo abaixo:
Você encara essa??
Eu, com certeza...Não! rsrs
Saúde e Paz
Petrus
Após diversos problemas técnicos, que incluem uma mão imobilizada por conta de uma jogo de volei, conexões, viagens e etc... Retornamos a postar com força total.
Peço desculpas pela ausência temporária a todos os leitores.
Esta ausência pode ser também, fruto de muito desânimo causado por uma longa análise do WQS, e as reais possibilidades de classificação de brasileiros pro World Tour de 2010. Aliado a isso, essa história de circuito paralelo criada por Kelly Slater...
Mas estes temas, são o combustível de uma matéria maior que colocaremos no ar ao longo desta semana.
Enquanto isso, utilizaremos a política de: menos palavras e mais imagens.
Se você se considera casca grossa de verdade, veja este vídeo abaixo:
Você encara essa??
Eu, com certeza...Não! rsrs
Saúde e Paz
Petrus
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