Adriano de Souza é demais.
Sangue-frio, determinação, cabeça boa e muito, mas muito surf.
Como havíamos antecipado, foi uma bateria duríssima.
Adrian Buchan surfou com muita precisão e vendeu caro a vitória para o Mineirinho.
O final da bateria viu a liderança trocar de mão quatro vezes, a definição acontecendo somente no último segundo.
Emocionante.
Até agora foi uma das poucas previsões que eu acertei.
De forma geral, errei feio.
Taj Burrow escovou o Chris Davidson (está bem, confesso: minha previsão de vitória para o Davo tinha muito mais torcida do que análise objetiva, mas, quem liga?).
Na terceira bateria do dia, Bobby Martinez surfou melhor que Damien Hobgood, como eu havia antecipado, só que tão bem que Damo não teve nem chance. Nem Damien nem os juízes.
Na sequência, Kai Otton despachou mais um favorito, ninguém menos que o bi-campeão mundial Mick Fanning.
A bateria aconteceu na maré cheia mas mesmo assim Mick conseguiu achar um tubo na primeira seção que lhe rendeu uma nota 8,97.
Só não foi suficiente para vencer a velocidade, verticalidade e variação de manobras que Kai Otton apresentou.
Mick Fanning terminou precisando de uma nota seis, mas a onda não veio.
Errei a previsão, mas foi um erro calculado
Joel Parkinson, pelo menos, não me deixou na mão.
Freddy P quase surpreende, pegou a melhor onda da bateria mas não conseguiu achar uma segunda nota.
Foi a segunda previsão que eu acertei.
Nas baterias 5 e 6 o vexame foi ainda pior.
Não sei como, confundi tudo e troquei os competidores de bateria.
Fui desclassificado.
Uma novidade que estamos observando na transmissão tem a ver com as entrevistas após as baterias.
Diferente dos últimos anos, estão entrevistando também os surfistas derrotados.
As entrevistas com os vencedores são sempre muito parecidas, repetitivas até.
Era uma coisa que fazia falta.
No próximo post comento a bateria entre Jordy e Kelly.
E pra quem ainda não sabe, a ESPN Brasil está transmitindo o campeonato ao vivo.
Parabéns à ESPN, excelente iniciativa.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Quiksilver Pro - Adriano vence de forma espetacular e eu errei praticamente tudo.
Marcadores:
Adrian Buchan,
Adriano de Souza,
Competição,
ESPN Brasil,
Freddy Patacchia,
Joel Parkinson,
Kai Otton,
Mick Fanning,
Mineirinho,
Quiksilver Pro,
WCT
Quiksilver Pro ao vivo. Mineiro contra Adrian Buchan
Começou a 4a fase do Quiksilver Pro, na Austrália.
Mineiro está na água, surfando contra Adrian Buchan.
Vocês podem assistir e torcer pelo brasileiro aqui.
Mineiro está na água, surfando contra Adrian Buchan.
Vocês podem assistir e torcer pelo brasileiro aqui.
Quiksilver Pro, 3o round - 2a parte. Nenhuma grande surpresa.
Terminado o 3o round do Quiksilver Pro, finalizo a análise das baterias restantes e ainda arrisco um prognóstico do que vem por aí.
Terminei os relatos do post anterior na 9a bateria.
Daí pra frente, a única coisa que pode ser considerada inesperada foi a vitória do Daniel Ross sobre o CJ Hobgood.
O grandalhão australiano ganhou na escolha de ondas, pegou alguns tubos e acertou duas boas manobras no outside logo no início da bateria.
CJ aliviou na melhor onda que pegou.
Se tivesse arriscado mais nas duas primeiras seções certamente venceria a bateria.
No duelo entre os havaianos, Freddy Patacchia e Kekoa Bakalso, o surf mais fluido do primeiro fez a diferença.
Jeremy Flores perdeu para Dane Reynolds numa bateria muito apertada.
Não dá nem pra dizer que o Dane foi ajudado embora, numa hora dessas, meio ponto a mais de subjetividade façam toda a diferença.
Jeremy errou quando não podia e deixou para os juízes decidirem: se deu mal.
Pra completar, ainda machucou o tornozelo, novamente.
Esperamos que não tenha sido nada grave.
Bede Durbridge e Kelly venceram sem dificuldades.
Bede pegou as melhores ondas do dia, quase fez 20 pontos na soma das duas ondas.
Já o Kelly surfou para o gasto.
As ondas tinham piorado, com muita correnteza e muito vento e mesmo assim ele somou quinze pontos nas duas melhores ondas, a 5a melhor somatória do dia.
E podia ter sido mais.
O vídeo da bateria não mostra mas, na sua primeira onda, ele pegou um tubo muito longo em uma onda da série. Caiu no finalzinho e, como ele mesmo disse ao sair da água, sua nota foi de dez para dois.
A última bateria do dia foi a mais emocionante.
Contra Jordy Smith, no finalzinho da bateria, Tiago Pires precisava de uma nota sete.
Pegou uma das maiores ondas do dia, não foi extremamente radical mas arriscou o que podia.
Pegou um meio tubo, acertou duas manobras arriscadas no espumeiro mas acabou tirando pouco mais que seis e meio.
Mais uma vez, a bateria foi decidida naquele meio ponto de subjetividade.
Vocês podem conferir tudo no site do campeonato.
Pra terminar, seguem minhas previsões para o 4o round, pela ordem:
1a bateria: Brasil zil zil!
Mineiro vence o Ace Buchan.
A escolha de ondas será crucial e ele não poderá errar porque o australiano, como já disse aqui uma vez, além de surfar muito, é um dos melhores competidores do circuito. Parada duríssima.
2a bateria: Zebra
Aposto no Davidson contra o Taj Burrow.
Taj já disse várias vezes, e repetiu ontem após sua bateria contra o Owen Right, que prefere surfar contra grandes surfistas, em que é tudo ou nada e ele tem que mostrar todo o seu surf.
Contra surfistas de menor calibre ele acaba se sentindo muito pressionado, com a obrigação de vencer, e isso atrapalha sua performance.
É uma aposta arriscada mas seria um resultado muito bom para o Mineirinho.
3a bateria: Seis contra um.
Na batalha entre os goofyes Bobby Martinez e Damien Hobgood, vence o Damien.
Bobby Martinez está surfando mais mas os juízes estão gostando mais do surf polido do Damo.
O cara ganhou uma nota oito na bateria contra o Luke Stedman que foi um verdadeiro presente.
Vai ser difícil o Martinez vencer os seis adversários, Damo e os cinco juízes.
4a bateria: Mick Fanning
Kai Otton só tem chance contra o Mick Fanning se a maré estiver cheia.
E ainda assim, pouca chance.
Kai está surfando com velocidade e variando as manobras, bem de acordo com os novos critérios de julgamento.
Vem de uma boa vitória contra um dos "Coolie kids", despachando o Dean Morrison no 3o round, mas um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
Se o mar estiver bom, não tem pro campeão mundial.
5a bateria: Sem surpresas
Patacchia é um dos atletas que tem mostrado mais evolução do ano passado para este.
No segundo round já tinha surfado bem e continuou imprimindo seu ritmo neste 3o round.
Infelizmente, para ele, na próxima fase vai enfrentar o Joel Parkinson e dar adeus ao torneio.
6a bateria: essa é fácil, vai dar Bede Durbridge.
7a bateria: Vence o sortudo.
Nessa bateria eu aposto novamente no azarão.
Dane Reynolds é o queridinho da mídia e com certeza surfa muito melhor que o Kieren Perrow.
Repararem, porém, nas baterias que o australiano surfou até agora.
O cara está com uma sorte danada, sempre pegando as melhores ondas e dando um jeito de pegar os melhores tubos da bateria.
Acho que vai ser pau a pau e vence o Kieren, apeser do abismo que existe entre os surf dos dois.
8a bateria: Alien X Predador
Essa é imperdível, Jordy Smith contra Kelly Slater.
Tomara que as ondas estejam boas.
O fator psicológico vai fazer a diferença.
Vai dar Kelly, porque ele tem uma cabeça melhor. É só o Jordy cometer o primeiro erro e, babau, não recupera mais.
É isso aí.
Coloquem suas apostas nos comentários, vamos ver quem acerta mais.
Abraços,
Chocolate
Terminei os relatos do post anterior na 9a bateria.
Daí pra frente, a única coisa que pode ser considerada inesperada foi a vitória do Daniel Ross sobre o CJ Hobgood.
O grandalhão australiano ganhou na escolha de ondas, pegou alguns tubos e acertou duas boas manobras no outside logo no início da bateria.
CJ aliviou na melhor onda que pegou.
Se tivesse arriscado mais nas duas primeiras seções certamente venceria a bateria.
No duelo entre os havaianos, Freddy Patacchia e Kekoa Bakalso, o surf mais fluido do primeiro fez a diferença.
Jeremy Flores perdeu para Dane Reynolds numa bateria muito apertada.
Não dá nem pra dizer que o Dane foi ajudado embora, numa hora dessas, meio ponto a mais de subjetividade façam toda a diferença.
Jeremy errou quando não podia e deixou para os juízes decidirem: se deu mal.
Pra completar, ainda machucou o tornozelo, novamente.
Esperamos que não tenha sido nada grave.
Bede Durbridge e Kelly venceram sem dificuldades.
Bede pegou as melhores ondas do dia, quase fez 20 pontos na soma das duas ondas.
Já o Kelly surfou para o gasto.
As ondas tinham piorado, com muita correnteza e muito vento e mesmo assim ele somou quinze pontos nas duas melhores ondas, a 5a melhor somatória do dia.
E podia ter sido mais.
O vídeo da bateria não mostra mas, na sua primeira onda, ele pegou um tubo muito longo em uma onda da série. Caiu no finalzinho e, como ele mesmo disse ao sair da água, sua nota foi de dez para dois.
A última bateria do dia foi a mais emocionante.
Contra Jordy Smith, no finalzinho da bateria, Tiago Pires precisava de uma nota sete.
Pegou uma das maiores ondas do dia, não foi extremamente radical mas arriscou o que podia.
Pegou um meio tubo, acertou duas manobras arriscadas no espumeiro mas acabou tirando pouco mais que seis e meio.
Mais uma vez, a bateria foi decidida naquele meio ponto de subjetividade.
Vocês podem conferir tudo no site do campeonato.
Pra terminar, seguem minhas previsões para o 4o round, pela ordem:
1a bateria: Brasil zil zil!
Mineiro vence o Ace Buchan.
A escolha de ondas será crucial e ele não poderá errar porque o australiano, como já disse aqui uma vez, além de surfar muito, é um dos melhores competidores do circuito. Parada duríssima.
2a bateria: Zebra
Aposto no Davidson contra o Taj Burrow.
Taj já disse várias vezes, e repetiu ontem após sua bateria contra o Owen Right, que prefere surfar contra grandes surfistas, em que é tudo ou nada e ele tem que mostrar todo o seu surf.
Contra surfistas de menor calibre ele acaba se sentindo muito pressionado, com a obrigação de vencer, e isso atrapalha sua performance.
É uma aposta arriscada mas seria um resultado muito bom para o Mineirinho.
3a bateria: Seis contra um.
Na batalha entre os goofyes Bobby Martinez e Damien Hobgood, vence o Damien.
Bobby Martinez está surfando mais mas os juízes estão gostando mais do surf polido do Damo.
O cara ganhou uma nota oito na bateria contra o Luke Stedman que foi um verdadeiro presente.
Vai ser difícil o Martinez vencer os seis adversários, Damo e os cinco juízes.
4a bateria: Mick Fanning
Kai Otton só tem chance contra o Mick Fanning se a maré estiver cheia.
E ainda assim, pouca chance.
Kai está surfando com velocidade e variando as manobras, bem de acordo com os novos critérios de julgamento.
Vem de uma boa vitória contra um dos "Coolie kids", despachando o Dean Morrison no 3o round, mas um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
Se o mar estiver bom, não tem pro campeão mundial.
5a bateria: Sem surpresas
Patacchia é um dos atletas que tem mostrado mais evolução do ano passado para este.
No segundo round já tinha surfado bem e continuou imprimindo seu ritmo neste 3o round.
Infelizmente, para ele, na próxima fase vai enfrentar o Joel Parkinson e dar adeus ao torneio.
6a bateria: essa é fácil, vai dar Bede Durbridge.
7a bateria: Vence o sortudo.
Nessa bateria eu aposto novamente no azarão.
Dane Reynolds é o queridinho da mídia e com certeza surfa muito melhor que o Kieren Perrow.
Repararem, porém, nas baterias que o australiano surfou até agora.
O cara está com uma sorte danada, sempre pegando as melhores ondas e dando um jeito de pegar os melhores tubos da bateria.
Acho que vai ser pau a pau e vence o Kieren, apeser do abismo que existe entre os surf dos dois.
8a bateria: Alien X Predador
Essa é imperdível, Jordy Smith contra Kelly Slater.
Tomara que as ondas estejam boas.
O fator psicológico vai fazer a diferença.
Vai dar Kelly, porque ele tem uma cabeça melhor. É só o Jordy cometer o primeiro erro e, babau, não recupera mais.
É isso aí.
Coloquem suas apostas nos comentários, vamos ver quem acerta mais.
Abraços,
Chocolate
Marcadores:
Bede Durbridge,
Competição,
Jordy Smith,
Kelly Slater,
Quiksilver Pro,
tiago pires,
WCT
terça-feira, 2 de março de 2010
Quiksilver Pro, 3o round - 1a parte. Os moleques foram humilhados.
Continua rolando o 3o round do Quiksilver Pro, primeira etapa do World Tour, o circuito mundial de surf.
Enquanto os vídeos não aparecem no site do campeonato, faço um resumo dos melhores momentos até agora.
A primeira bateria, Jadson André X Adriano de Souza, foi uma pena.
Adriano confirmou que é um dos favoritos à vitória.
Foi vertical como poucos durante o dia.
Variou as manobras, surfou com força, radicalidade, fez tudo certo.
Jadson somou 14,46 pontos em suas duas melhores ondas.
Teria vencido a maior parte das baterias do dia com a pontuação que fez.
A segunda bateria teve um final emocionante.
Adrian Buchan venceu Taylor Knox no último segundo da bateria com uma onda curta que, graças a batidas de backside impressionantes, lhe rendeu 7,27 pontos.
O australiano será o adversário do Mineirinho na próxima fase, vai ser difícil mas sou mais o brasileiro.
Com a maré cheia, as ondas não coperaram e o confronto entre Taj Burrow e Owen Right foi, simplesmente, decepcionante.
Owen Right pegou uma onda muito boa, logo no início da bateria, mas errou a segunda manobra.
A partir daí, Taj, mesmo gripado, foi construindo, pacientemente a vitória enquanto Owen foi cometendo um erro atrás do outro.
Owen Right terminou somando apenas 6,67 nas duas melhores ondas.
Na sequência, Andy Irons mostrou que vai ter que mudar muito pra realmente entrar na briga.
O tri-campeão mundial está sem ritmo, sem força, caindo muito, surfando sem alma.
Eu diria que Teahupoo é a grande chance do havaiano mudar esse quadro.
Se não acontecer nada de diferente, acredito que será o fim da carreira dessa lenda viva do surf.
Não o vejo competindo no WQS, muito menos vencendo alguma coisa.
Bobby Martinez venceu surfando com muita precisão.
Assisti só o começo da bateria entre Damien Hobgood e Luke Stedman.
Hobgood surfou de forma limpa, com suavidade e leveza. Luke Stedman, por sua vez, mostrou coragem e comprometimento (o famoso "comitment").
No final, Damien avançou para o 4o round.
O que falar das baterias do Joel Parkinson e Mick Fanning?
Os novatos Brett Simpson e Dusty Paine foram simplesmente atropelados.
Não deu nem graça.
Os moleques foram humilhados.
Tomaram um choque de realidade.
Tenho certeza que vai estar todo mundo "pianinho" na próxima etapa.
Parko, em particular, estraçalhou.
As notas não mostram o que aconteceu.
Os juízes seguraram as notas, ele recebeu uma nota oito e meio numa onda em que eu aqui já tinha dado um dez.
Mesmo assim, até o Martin Potter, comentarista oficial do campeonato, destacou a participação do Adriano de Souza como um dos grandes destaques do dia.
Aguardem, no próximo post, o relato das baterias restantes.
Enquanto os vídeos não aparecem no site do campeonato, faço um resumo dos melhores momentos até agora.
A primeira bateria, Jadson André X Adriano de Souza, foi uma pena.
Adriano confirmou que é um dos favoritos à vitória.
Foi vertical como poucos durante o dia.
Variou as manobras, surfou com força, radicalidade, fez tudo certo.
Jadson somou 14,46 pontos em suas duas melhores ondas.
Teria vencido a maior parte das baterias do dia com a pontuação que fez.
A segunda bateria teve um final emocionante.
Adrian Buchan venceu Taylor Knox no último segundo da bateria com uma onda curta que, graças a batidas de backside impressionantes, lhe rendeu 7,27 pontos.
O australiano será o adversário do Mineirinho na próxima fase, vai ser difícil mas sou mais o brasileiro.
Com a maré cheia, as ondas não coperaram e o confronto entre Taj Burrow e Owen Right foi, simplesmente, decepcionante.
Owen Right pegou uma onda muito boa, logo no início da bateria, mas errou a segunda manobra.
A partir daí, Taj, mesmo gripado, foi construindo, pacientemente a vitória enquanto Owen foi cometendo um erro atrás do outro.
Owen Right terminou somando apenas 6,67 nas duas melhores ondas.
Na sequência, Andy Irons mostrou que vai ter que mudar muito pra realmente entrar na briga.
O tri-campeão mundial está sem ritmo, sem força, caindo muito, surfando sem alma.
Eu diria que Teahupoo é a grande chance do havaiano mudar esse quadro.
Se não acontecer nada de diferente, acredito que será o fim da carreira dessa lenda viva do surf.
Não o vejo competindo no WQS, muito menos vencendo alguma coisa.
Bobby Martinez venceu surfando com muita precisão.
Assisti só o começo da bateria entre Damien Hobgood e Luke Stedman.
Hobgood surfou de forma limpa, com suavidade e leveza. Luke Stedman, por sua vez, mostrou coragem e comprometimento (o famoso "comitment").
No final, Damien avançou para o 4o round.
O que falar das baterias do Joel Parkinson e Mick Fanning?
Os novatos Brett Simpson e Dusty Paine foram simplesmente atropelados.
Não deu nem graça.
Os moleques foram humilhados.
Tomaram um choque de realidade.
Tenho certeza que vai estar todo mundo "pianinho" na próxima etapa.
Parko, em particular, estraçalhou.
As notas não mostram o que aconteceu.
Os juízes seguraram as notas, ele recebeu uma nota oito e meio numa onda em que eu aqui já tinha dado um dez.
Mesmo assim, até o Martin Potter, comentarista oficial do campeonato, destacou a participação do Adriano de Souza como um dos grandes destaques do dia.
Aguardem, no próximo post, o relato das baterias restantes.
Marcadores:
Adriano de Souza,
Competição,
Dusty Payne,
Jadson André,
Joel Parkinson,
Mick Fanning,
Quiksilver Pro,
WCT
Assinar:
Postagens (Atom)